Futuro Selvagem – Parte 1

11 12 2009

O “Futuro Selvagem” é um projeto que consiste em resumir, um documentário do Discovery Channel de mesmo nome. O documentário trata sobre a vida animal nos milhões de anos que seguem a nossa extinção. Mas lembrem-se! Isso é só especulação! Ninguém consegue prever o futuro, eu acho….

5 Milhões de Anos: A Terra está no meio da última idade do gelo atual. Os seres humanos estão extintos e grande parte da água doce do mundo está presa nas calotas de gelo enormes que chegam, no norte, até Paris, e no sul, até Buenos Aires. Nas bordas do gelo, os animais se adaptaram ao invernos frios e cruéis; nos trópicos, a floresta praticamente desapareceu, substituída por uma savana seca. No entanto, a mudança está no ar – um aumento súbito de erupções vulcânicas derrama gases de efeito estufa na atmosfera, o planeta começa a aquecer, e o gelo derretendo cria enormes, inundações devastadoras.

Deserto Americano: Frio e seco, esse deserto se tornou perigoso, com condições extremas. Constantemente sobre tempestade de areia e tornados, os animais aqui tiveram que se adaptar para sobreviver.

Spink: Spinks são aves coloniais que gastam praticamente toda a sua vida em tocas subterrâneas, um lugar muito mais agradável para se viver do que a superfície imperdoável. Eles se alimentam de raízes e da seiva rica em açúcar do nabo do deserto, é preciso um monte de Spinks para manter um sistema de túneis grande o suficiente para alcançar nabos do deserto o suficiente.

Rattleback: Esta é uma sub-espécie do rattleback sul-americano. Nesse deserto hostil, a propriedade de isolamento das escamas e o comportamento de se manter junto ao solo, o ajudaram a sobreviver. Cerdas que cobrem o rosto, mantém a areia longe dos olhos.

Deathgleaner: Deathgleaners são morcegos enormes, com uma envergadura de 1.3m que lhes permite planar sem esforço sobre o deserto por horas, em busca de carcaças. Eles também podem atacar os fracos filhotes de rattlebacks.

Bacia do Mediterrâneo: O movimento da África e da Europa fecharam o Mar Mediterrâneo. Isso, mais a escassa umidade do ar, secou quase todo o mar, deixando apenas alguns lagos salgados.

Gryken: Um descendente da marta, ele é um rápido, forte e acima de tudo, cauteloso predador. Ele usa a cobertura natural das fissuras no pavimento de pedra calcária (o grykes) como esconderijo para pegar de surpresa suas presas.

Cryptile: Cryptiles são cerca de 18 centímetros de comprimento e rosa pálido, coberto com cristais de sal que agem como camuflagem. Glândulas na pele segregam uma substância pegajosa para o babado. Quando o lagarto corre através de uma nuvem de moscas salmoura o folho age como papel de mosca, permitindo que o cryptile lamba as moscas a vontade, depois da corridinha.

Scrofa: O scrofa é descendente de suínos do mundo antigo, mas é muito pequeno para os padrões do porco, aproximadamente 8-12 cm de altura. Eles também são mais finos do que a maioria dos suínos dias atuais, e suas pernas são mais longas, tornando-os muito bem preparados para enfrentar as regiões rochosas nas bordas da bacia.

Savana Amazônica: Não chove mais, os rios diminuíram em tamanho, tudo está mais seco, e à queimadas recentes, com essas condições, que espécies se desenvolveram?

Carakiller: Na ausência de predadores de solo, este descendente dos caracarás evoluiu para um pássaro grande como um velociraptor. Com cerca de oito pés de altura, com um grande, bico adunco e garras afiadas que eles são predadores temíveis. Eles têm pernas longas e bem adaptadas às curtas rajadas de velocidade.

Babookari: Da enorme diversidade de macacos que viviam nas árvores, apenas alguns desses se adaptaram à vida na savana. Babookaris vivem em grupos e patrulham uma grande área em busca de alimento. Eles tecem cestas que deixam em riachos para capturar peixes.

Rattleback Sul-Americano: Estes carinhas são descendentes de uma grande roedor sul-americano. Eles têm grandes forelimbs muscular e garras como pás para poderem cavar. Escamas cobrem o rosto.

Geleira da Europa: O mundo está sobre uma nova era do gelo, temperaturas chegando a 60 graus Celsius negativos, a Inglaterra e a França foram ligadas pelo mar congelado, as vinhedas se foram a muito tempo…

Shagrat: Grupos de shagrats vão para as tundras todos os anos durante a primavera. São roedores do tamanho de ovelhas, e são descendentes das marmotas européias. Eles tem uma grossa camada de pelos, e poderosas patas para cavar raízes enterradas na neve e no solo congelado.

Snowstalker: Esse grande predador vaga por grandes distâncias pela geleira. Eles são, provavelmente, descendentes dos carcajus. Poderosos e assustadores, eles tem dentes-de-sabre para rasgar suas presas. Podem chegar a 4 pés de comprimento e 2 pés de altura.

Gannetwhale: Com as baleias extintas e as focas dizimadas, outros animais começaram a ocupar esses nichos. Uma nova espécie que conseguiu fazer isso é o gannetwhale. Se parecem com focas, mas são pássaros com grandes bicos. Com, mais ou menos, 14 pés de comprimento, ele é gorducho, mas, surpreendentemente um ótimo e ágil nadador.

Parte 2Parte 3

By: Luca Lobo


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28 10 2013
Futuro Selvagem – Parte 2 | Phobos e Deimos

[…] Parte 1 – Parte 3 […]

28 10 2013
Futuro Selvagem – Parte 3 | Phobos e Deimos

[…] Parte 1 – Parte 2 […]

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