Futuro Selvagem – Parte 3

30 12 2009

200 milhões de anos: Depois da última extinção em massa, as criaturas que sobreviveram evoluíram para monstros bizarros. O deslocamento continental fez com que todos os continentes se juntassem novamente formando uma segunda Pangea.

O deserto central: No centro desse continente colossal, existe um deserto tão grande quanto à Rússia, nesse deserto não chove nunca, ou seja, há muito pouca água. O calor diurno desse deserto seco nem se compara ao frio cortante das noites. As criaturas que aqui se adaptaram não podiam ser mais bizarras.

Terabyte: Descendentes dos cupins, os terabytes constroem imensas cidades subterrâneas que podem demorar séculos para ficarem prontas. Acima do solo, as extensões dessa cidade formam torres que funcionam como estufas, onde os terabytes cultivam algas para se alimentarem. Sem os cuidados dos terabytes, as algas nunca sobreviveriam ao deserto.

Gloomworm: Michocas bem simples, que nadam nas profundezas das cavernas. Elas se alimentam de bactérias e são o almoço de todo o resto da caverna. Todas as espécies de minhocas dessa caverna são descendentes de uma minhoca que sobreviveu a extinção em massa escondendo-se na caverna.

Slickribbon: Essa criatura transparente pode chegar a ter 1 metro de comprimento, ela tem uma mandíbula com pinças poderosas, cujos cortes podem causar infecção. É equipada com várias cerdas do lado do corpo, que a ajudam a nadar e perceber as mudanças de pressão na água.

Garden Worm: Essa minhocas emergem de fissuras no deserto para poderem fazer fotossíntese. Elas tem vários “braços” com milhões de algas brotando para fora, assemelhando-se à folhas. Aumentando assim o raio de exposição ao sol.

Deserto Rainshadow: A temperatura e o oceano global acabam por criar tempestades impressionantes e assustadoras, que não chegam muito perto da costa. O máximo que chegam é à uma imensa cadeia de vulcões, e no pé dessa cadeia há um deserto rochoso. O deserto Rainshadow.

Bumblebeetle: Esses besouros tiveram que evoluir ao máximo para sobreviver ao deserto hostil. Eles passam o dia procurando carniça de Flish, que é rica em carboidratos. Mas é impossível saber aonde encontra-las.

Grimworm: Essas minhocas são encontradas na carniça de Flish, e são adaptadas para crescer rapidamente dentro dessas carcaças. Elas tem três pares de mandíbulas e conseguem devora a carcaça inteira (incluindo ossos) em uma velocidade assustadora.

Desert Hoper: Esse molusco nativo do deserto pode ficar do tamanho de um coelho. Eles pulam pelo deserto em uma, porém forte, perna. Essencial para deslocamento na areia quente. Durante o calor do dia, eles se enterram na areia e esperam o anoitecer ou o amanhecer para saírem e se alimentarem da vegetação rasteira do deserto.

Deathbottle: Essas plantas tem folhas carnudas que são usadas para atrair o Desert Hopper, que é engolido e levado ao estomago da planta, com 30cm de profundidade, esses estômagos são cheios de dentes e sucos digestivos.

Floresta do norte: No norte desse continente, existe uma floresta toprical, impressionantemente extensiva. As condições ideais criaram uma diversidade de vida maior aa florestas do mundo antigo. Mas nessa floresta só há verde, pois árvores com flores são muito raras.

Squibbon: Descendentes das lulas, que com sucesso invadiram a terra. OS squibbons vivem em árvores, e dormem em estruturas simples no topo dessas árvores, construídas com seus tentáculos e sua visão aguçada.

Megasquid: 4 metros de altura, pesando 8 toneladas, com dois tentáculos que chegam à 3 metros de comprimento e uma pele de rinoceronte. A megasquid é uma criatura formidável, cada um dos seus oito tentáculos se transformou em pernas de 1/3 de metro de diâmetro.

Forest Flish: Parentes dos ocean flish que se mudaram com sucesso para dentro da floresta, são muito menores do que o ocean flish  essas criaturas tem o tamanho de uma tarântula. Suas asas batem em 30 ciclos por segundo, o batimento das asas se assemelha ao dos gafanhotos.

Slithersucker: Os galhos de algumas arvores contém esse fungo interessante, projetado para baixo com cabelo, contendo uma substância pegajosa, esses fungos capturam flish que passam despercebidos. Esses flish recebem um “abraço da morte” e são digeridos.

Oceano global: Durante a última extinção em massa, os nuvens de cinzas vulcânicas mataram os plânctons da superfície, resultando numa extinção em cadeia. As únicas criaturas que sobreviveram são as que moravam no fundo do mar.

Rainbow Squid: Essa lula enorme (40m de comprimento) flutua na superfície do mar. Elas tem um sistema complicado de camuflagem, usando as células do corpo para criarem imagens complexas e confusas. Quando estão caçando, elas usam esse sistema para imitarem um cardume de silverswimmers, e engana-los.

Ocean Flish: Com a extinção dos pássaros, o céu se tornou um nicho disponível, que logo foi ocupado pelos flish. Eles evoluíram de um ancestral comum, e não são como os peixes-voadores que conhecemos, pois desenvolveram a habilidade de voar, assim como pássaros e morcegos.

Sharkopath: Esse tubarão pode chegar à 4 metros de comprimento e caça em grupo. Do lado de seu corpo à órgãos sinalizadores, usados para avisar uns aos outros onde a presa se encontra, com flashes de luses bio-luminescentes.

Silverswimmer: Depois da extinção de quase todos os peixes, seus nichos foram desocupados, e esses descendentes de caranguejos microscópicos, foram espertos o bastante para ocupa-los, se tornando assim, tão numerosos e diversificados quanto os peixes.

Fim, espero que tenham gostado da viagem.

Parte 1Parte 2

By: Luca Lobo


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3 responses

30 07 2011
felipe

eu gostei nem pa passa na minha tv a cabo sky

28 10 2013
Futuro Selvagem – Parte 1 | Phobos e Deimos

[…] Parte 2 – Parte 3 […]

28 10 2013
Futuro Selvagem – Parte 2 | Phobos e Deimos

[…] Parte 1 – Parte 3 […]

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