Vazamento de óleo contamina lago Paranoá

20 10 2013

Em avaliação feita na manhã deste sábado, o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal constatou que parte do óleo vazado do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) contaminou o fundo do lago Paranoá, em uma área próxima à saída do duto pluvial (ponto por onde a substância teve acesso ao lago). Em análises aéreas e da superfície da água não foram encontrados mais pontos de contaminação, informou o chefe de Operação do Comando Unificado, capitão Rodrigo Rasia.

Vazamento foi encontrado na manhã de sábado por Bombeiros da região

“Na avaliação feita agora pela manhã vimos que parte do óleo que se encontra na superfície desceu, contaminando o fundo. Essa é a nossa principal preocupação no momento. Montamos um plano de ação que vai mapear o local e redimensionar a detenção, pois o óleo pode surgir em novos pontos”, disse o capitão do Corpo de Bombeiros, durante coletiva de imprensa. A retirada do óleo do fundo não é complicada, e será feita pela empresa Suatrans, especializada em atendimentos emergenciais ambientais, informou o capitão.

Para evitar que o óleo se espalhe, há 800 metros de barreiras flutuante e de absorção. Se, por um lado, a chuva de hoje é considerada positiva para ajudar a dissipar a mancha de óleo e para limpar o duto pluvial, onde há ainda resíduos de óleo, por outro, atrapalha as barreiras. De acordo com o capitão, a chuva implica em risco maior de rompimento das barreiras.

Até o momento foram capturados três animais afetados pelo óleo: duas tartarugas e uma ave. “Eles foram encaminhados ao zoológico. A ave morreu, e as tartarugas estão sob tratamento”, disse a analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Cristiane Oliveira.

Segundo ela, foram encontradas mortas hoje uma tartaruga e outra ave, mas ainda não está confirmado se isso ocorreu em decorrência do óleo. Alguns peixes também forma encontrados mortos, “mas até o momento sem vestígios de óleo”. “A suspeita é que eles tenham sido descartados pelos pescadores”, disse a analista do Ibama. A necropsia dos peixes está sendo feita pela Universidade de Brasília (UnB) e pelo Zoológico de Brasília.

Fonte: Terra

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