ISS completa 15 anos em órbita

20 11 2013
lindona

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A maior cooperação internacional para a exploração do espaço está completando 15 anos. Dia 20 de novembro de 1998 entrou em órbita o primeiro pedaço da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), resultado do esforço colaborativo de 15 nações. Concebida inicialmente para ser parte da estação russa Mir, o módulo Zarya foi adaptado para se transformar na primeira peça do quebra-cabeças do laboratório espacial. Uma década e meia e muitas expansões depois, a ISS hoje desafia as divisões territoriais do nosso planeta e mostra, lá em cima, uma união de povos até há pouco inimaginável na Terra.

A estação constitui-se da maior e mais moderna estrutura já montada pelo homem no espaço. Com 109 metros de largura, 73 metros de comprimento, 20 metros de altura e cerca de 450 toneladas, apresenta-se como plataforma para missões espaciais, como laboratório para experimentos e como um passo necessário para a cara exploração do universo. Segundo estimativa da Agência Espacial Europeia (ESA), o custo de construção, desenvolvimento, montagem e mais de uma década de operação ultrapassa os 100 bilhões de euros, ou seja, mais de R$ 300 bilhões.

Fonte: G1

By: Kappa Luca





Experiências Nazistas durante a Segunda Guerra Mundial

16 11 2013

Quando eu falo experiências, eu quero dizer experiências médicas feitas pelos nazistas durante a II Guerra Mundial. E acredite se quiser, foram muitas, sendo que há boatos que algumas das piores experiencias não foram nem documentadas por motivos de sanidade.

Nas mãos de médicos como Josef Mengele, Sigmund Rascher, Eduard Wirths e Werner Fischer, a criatividade humana mostrou seu lado obscuro realizando experiências em judeus, ciganos, homossexuais, deficientes físicos, mentais e outras pessoas definidas como “inferiores” pelos nazistas durante o Holocausto.

Aqui vão algumas das experiencias, sendo divididas em 3 categorias para facilitar a visualização: Militar, Eugenia e Geral

MILITARES

Era feitas principalmente com o intuito de melhorar a eficácia de seus soldados no campo de batalha

 

Pressão: a fim de saber a altitude segura para os soldados, os médicos nazistas

submetiam os presos à testes de pressão onde, geralmente, eles perdiam a consciência ou

morriam com horrorosas convulsões por excessiva pressão intracraniana. Das 200

vítimas, 80 morreram durante os experimentos e os demais foram executados depois. A

baixa pressão contendo esses prisioneiros era utilizada para simular as condições a

altitudes de até 20 km, além de testar a profundidade máxima que os soldados poderiam

mergulhar em condições normais.

 

 

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Nascimento de estrela é resgistrado

11 11 2013
Imagem feita a partir da combinação de fotos dos telescópios Spitzer e Alma

Imagem feita a partir da combinação de fotos dos telescópios Spitzer e Alma

Uma combinação de dados do Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, e do telescópio terrestre Alma, instalado no norte do Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), mostra o nascimento turbulento de uma estrela a 1.400 anos-luz da Terra, na constelação da Vela. Os “espasmos” vistos acima foram gerados pelo objeto Herbig-Haro (HH) 46/47, formado após jatos liberados por estrelas recém-nascidas colidirem com o material cósmico ao redor, o que produz pequenas regiões nebulosas e brilhantes.

A olho nu, essa estrela ficaria obscurecida pelo gás e pela poeira que a envolvem. Mas os telescópios usaram ondas de luz infravermelhas e submilimétricas para ultrapassar a nuvem escura. As observações feitas pelo Spitzer mostram jatos gêmeos supersônicos que saem do centro do astro, destroem o gás em volta e dividem o objeto em duas metades borbulhantes.

Segundo o cientista Alberto Noriega-Crespo, do Centro de Processamento e Análise de Infravermelho do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, estrelas jovens como o nosso Sol precisam remover um pouco do gás que cai sobre elas para se manterem estáveis, e a HH 46/47 é um excelente laboratório para estudar como ocorre esse processo. Noriega-Crespo liderou a equipe que começou a estudar esse astro com o telescópio Spitzer, há quase dez anos. Agora, ele e seus colegas conseguiram obter uma imagem em melhor resolução.

Com as informações do Alma, captadas pela equipe do cientista Hector Arce, da Universidade Yale, nos EUA, os astrônomos viram que o gás contido nos dois lobos do objeto está se expandindo mais rapidamente que o imaginado. Esse mecanismo exerce um efeito sobre a turbulência gerada na nuvem gasosa que originou a estrela. Os resultados do Alma foram publicados recentemente na revista “The Astrophysical Journal”.

Fonte: G1

By: Kappa Luca





Como é um formigueiro por dentro?

28 10 2013

Quando você avistou um formigueiro em um terreno, já teve a curiosidade de saber como ele é por dentro? Pois essa também era uma das dúvidas de alguns biólogos, que resolveram fazer uma experiência surpreendente a fim de descobrir como eram essas colônias subterrâneas.

Primeiro, uma pesquisa de campo vasculhou onde teria um formigueiro para realizar os estudos sem prejudicar o ecossistema das formigas. Feito isso, eles partiram para a experiência.

Para isso, eles encheram o local com bastante cimento (numa forma mais líquida) durante três dias. Foram cerca de 10 toneladas de cimento usadas para essa ação e ele desaparecia totalmente no decorrer do processo, tamanha era a extensão dos túneis do formigueiro.

Depois de um mês, eles começaram uma escavação e o que foi surgindo nas semanas seguintes era de um visual fantástico: uma megalópole das formigas com estruturas perfeitas e minuciosas formadas pelo cimento, que esculpiu a cidade-formigueiro. Tudo construído pela organização impressionante das formigas. Confira no vídeo abaixo:

Doidera..

Fonte:  Folha Social


Otávio





Yeti pode ser híbrido de urso polar e marrom

18 10 2013

O pesquisador Bryan Sykes, professor de genética da Universidade de Oxford, testou amostras de pelos de criaturas que acreditava-se ser Yetis, nas montanhas do Himalaia. O resultado dos testes mostrou semelhanças das criaturas com um antigo urso polar norueguês. Isso levou Sykes e sua equipe a pensar que uma subespécie desses ursos nas partes mais altas do Himalaia pode ter sido confundida com o mitológico “abominável homem das neves”.

Para Sykes, a hipótese mais provável é que essa subespécie seja um híbrido entre o urso polar e o urso marrom. “Acho que esse urso, que ninguém viu vivo, pode ainda estar por aí e ter muito (do material genético) do urso polar nele”, disse o pesquisador à BBC. “Pode ser um tipo de híbrido cujo comportamento seja diferente dos ursos normais – que é o que alegam as testemunhas. Essa pode ser a origem do mistério e da lenda.”

Sykes examinou o DNA de dois animais não identificados, um de Ladakh (no norte da Índia, oeste do Himalaia) e um do

Possível pegada do Yeti

Butão (1,2 mil quilômetros a leste). Os resultados foram comparados aos genomas de outros animais, a partir de um banco de dados de sequenciamento de DNA.

O pesquisador diz que houve 100% de compatibilidade com uma amostra de uma mandíbula de um urso polar de Svalbard, Noruega, de 40 mil a 120 mil anos atrás – uma época em que o urso polar e o urso marrom começavam a se separar como espécies distintas. As duas espécies têm parentesco próximo e costumam acasalar entre si quando seus territórios se sobrepõem.

A amostra de Ladakh veio de restos mumificados de uma criatura alvejada por um caçador 40 anos atrás; a segunda amostra veio de um pelo, encontrado em uma floresta de bambu por cineastas exploradores, há cerca de dez anos.

Sykes se disse surpreso com os resultados dos testes e afirmou que é necessário investigar mais para interpretá-los plenamente. Segundo o pesquisador, a descoberta não significa que “ursos polares (de eras) antigas estão vagando pelo Himalaia”, mas que uma subespécie marrom de ascendência comum com esses ursos pode ser responsável pelos relatos e pegadas relacionados ao Yeti. “Ou pode ser que tenha havido uma ‘hibridização’ mais recente entre o urso marrom e um descendente do antigo urso polar”, afirmou.

Fonte: BBC Brasil

By: Kappa Luca





Água encontrada em asteroide indica possíveis exoplanetas habitáveis

14 10 2013

Impressão artística do asteroide, rico em água, sendo destroçado pela gravidade da anã branca GD 61. O asteroide era um pedaço de um planeta já extinto, com pelo menos 90 quilômetros de diâmetro, que orbitava a estrela há 200 milhões de anos.

Astrônomos anunciaram a descoberta da primeira evidência de água em um corpo celeste rochoso vindo de fora do Sistema Solar. Através dos destroços de um asteroide que orbitava uma estrela anã branca, a GD 61. A presença de água nos vestígios de um asteroide flagrado pelo telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), sugere que outros sistemas planetários abriguem diversos planetas com atmosfera similar à da Terra. Essa é a primeira vez que tanto água quanto uma superfície rochosa – dois aspectos considerados fundamentais para a existência de planetas habitáveis e, portanto, vida – foram encontrados juntos além do nosso sistema solar.

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Neurônios hackeados

28 03 2012

Loco

Pesquisadores do Instituto Scripps conseguiram “hackear” o cérebro de ratos, induzindo-os a formar memórias híbridas sintéticas – lembranças que combinavam experiências reais com outros contextos.

Para isso, os cientistas modificaram geneticamente alguns animais para que eles possuíssem neurônios que pudessem ser ativados, controlados e monitorados. Os bichinhos, então, foram condicionados a ter medo de uma gaiola específica: cada vez que eles entravam nela, levavam choques. E, quando os ratos estavam em outra gaiola, eles recebiam um químico que ativava a mesma parte que estimulava o medo nos animais, como se eles realmente estivessem assustados.
Os ratos, então, passaram a se comportar como se tivessem formado uma memória misturada da gaiola que dava choques e da outra gaiola, agindo de forma assustada nas duas. Isso significa que a lembrança do medo foi transferida sinteticamente para a outra gaiola, que não dava choques, misturando as duas experiências. Para eles, apenas uma gaiola passou a existir.

Parece macabro? Talvez para os bichinhos, mas a intenção dos pesquisadores, supostamente, é boa. Ao controlar a memória dos animais eles esperam encontrar um caminho que indique como manipular a mente de pacientes com esquizofrenia e estresse pós-traumático.

Via: Galileu

By: Luca Lobo