Água encontrada em asteroide indica possíveis exoplanetas habitáveis

14 10 2013

Impressão artística do asteroide, rico em água, sendo destroçado pela gravidade da anã branca GD 61. O asteroide era um pedaço de um planeta já extinto, com pelo menos 90 quilômetros de diâmetro, que orbitava a estrela há 200 milhões de anos.

Astrônomos anunciaram a descoberta da primeira evidência de água em um corpo celeste rochoso vindo de fora do Sistema Solar. Através dos destroços de um asteroide que orbitava uma estrela anã branca, a GD 61. A presença de água nos vestígios de um asteroide flagrado pelo telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), sugere que outros sistemas planetários abriguem diversos planetas com atmosfera similar à da Terra. Essa é a primeira vez que tanto água quanto uma superfície rochosa – dois aspectos considerados fundamentais para a existência de planetas habitáveis e, portanto, vida – foram encontrados juntos além do nosso sistema solar.

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Cientistas descobrem planeta composto por principalmente por água

24 02 2012

Imagem divulgada pela Nasa mostra o planeta orbitando uma estrela vermelha a 40 anos-luz da Terra.

Um grupo de astrônomos descobriu a existência de um novo tipo de planeta, composto em sua maior parte de água e com uma leve atmosfera de vapor. A informação foi divulgada nesta terça-feira (21) pelo Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (em Cambridge, nordeste dos Estados Unidos) e pela Nasa.

Trata-se de um planeta fora de nosso sistema solar denominado “GJ1214b”, descoberto em 2009 graças ao telescópio espacial Hubble da Nasa. Segundo estudos recentes de um grupo de astrônomos, ele tem “uma enorme fração de sua massa” composta de água.

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Como salvar a Terra em 3 passos

29 03 2010

Quer saber como salvar o planeta em 3 passos?

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Curiosidades sobre Netuno

2 03 2010

– No caderno de anotações de Galileu consta a curiosa observação de uma estrela que ele chamou de Fixa. Isso foi em 28 de dezembro de 1612. Alguns dias mais tarde Galileu voltaria a observá-la, e dessa vez teria como referência uma outra estrela, que chamou de a. Analisando suas notas, hoje guardadas na biblioteca de Florença, percebemos que Galileu reparou algo essencial:  Fixa estava se aproximado de a. Mas infelizmente, nos dias que se seguiram o tempo não permitiu a continuidade das observações e Galileu perdeu as estrelas de vista. Foi assim que, por um triz, Galileu não descobriu que Fixa era, na verdade, o planeta Netuno. O último dos planetas gigantes do Sistema Solar ainda teve de esperar até 23 de setembro de 1846, quando foi descoberto por Johann Gottfried Galle, no Observatório de Berlim.

– Frequentemente os créditos dessa descoberta vão para o inglês John Couch Adams e o francês Urbain Le Verrier, que não o observaram, mas previram a sua existência matematicamente. O Núcleo de Netuno é bastante

O Planeta azul

semelhante ao de Urano, consistindo num amálgama de silício, ferro e outros elementos pesados, mas com propriedades físicas diferentes das rochas comuns.

– Acima do núcleo há um manto gelado de água, metano e amoníaco sobre o qual se estende uma camada mais externa, a atmosfera propriamente dita.

– Essa atmosfera contém proporções variadas de microscópicos cristais de gelo, cuja composição ainda não foi esclarecida. A luminosidade do planeta varia ligeiramente com o ciclo de atividade solar, sendo que os períodos de máximo coincidem com uma redução do brilho.

– A belíssima cor azulada característica de Netuno deve-se ao metano, que absorve a radiação vermelha. Em sua atmosfera notam-se, ainda, nuvens cirros prateadas que se estendem por milhares de quilômetros.
– Netuno é o nome latino de Poseidon, deus dos mares da mitologia grega. Sua cor azulada, como as águas de uma praia tropical, ajuda a recordar o seu nome, evitando confundir com o vizinho Urano, mais esverdeado.

– Uma poderosa fonte interna de calor – que emite quase o triplo da energia recebida pelo Sol – garante os movimentos convectivos da atmosfera de Netuno, responsáveis pelos ventos mais velozes de todo o Sistema Solar, por volta de 2.000 km/h.

– Em Netuno existe um ciclone maior que a Terra chamado Grande Mancha Escura. Ele leva 10 dias para completar uma rotação em torno do planeta, no sentido anti-horário. No centro desse gigantesco furacão uma grande massa de nuvens brancas lhe dá a aparência de um olho gigante.

By: Luca Lobo





Cientista filmam “monstro do mar” em seu habitat natural pela primeira vez

8 02 2010

Pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, conseguiam uma imagem inédita do intrigante peixe-remo navegando no fundo do oceano. O filme foi feito no Golfo do México por meio de uma máquina não tripulada, e os cientistas acreditam que essa é a primeira vez que se filma o animal em seu habitat natural.

Esse bixo é grande mesmo...

O peixe-remo (Regalecus glesne) é uma espécie rara que vive em águas profundas. Ele pode chegar a 17 metros de comprimento, e só costuma ser visto quando está morrendo e sobe à superfície. Seu “topete” e suas barbatanas incomuns sempre despertam a curiosidade de quem topa com um deles. Acredita-se que relatos antigos sobre serpentes gigantes no mar estão relacionados a esse peixe.

By: Luca Lobo





Mulher fica presa 8 dias em um elevador

15 01 2010

Uma mulher de 35 anos permaneceu oito dias presa dentro do elevador interno de sua casa de três andares em Sitges, na Província de Barcelona (Espanha), até ser resgatada pela polícia na última terça-feira.
De acordo com a polícia, a mulher apresentava bom estado de saúde, mas estava um pouco desorientada. Por isso, ela foi levada até o hospital de Viladecans, em Barcelona. Os agentes foram até a casa da mulher depois de uma denúncia de parentes. Eles informaram que há vários dias não tinham notícias dela.

Quando entraram na residência, os policiais ouviram os gritos de socorro da vítima vindos do elevador. O equipamento parou de funcionar por causa de uma pane elétrica.

By: Luca Lobo

Sem água e sem comida? Por oito dias? Difícil de acreditar….





Sim, existe mesmo água na Lua…

16 11 2009

Como já tinha sido noticiado aqui no PeD, existe mesmo água na Lua…

O que acontece é que agora é que estão realmente “oficializando”.

Mas uma novidade nisso tudo, é que não são apenas alguns “orvalhos” como havíamos citado em um post aí atrás, são “baldes e baldes”, de acordo com Anthony Colaprete, cientista do projeto.

 

Aloocs mey, vai uma água mineral manolos??

Para ver a notícia completa, Clique Aqui

Brinks, clique aqui

E para ver nosso antigo post, clique aqui.

 

 





sQuba – O carro aquatico

27 09 2009

Quem assistiu ao filme 007 – O espião que me amava, de 1977, certamente se lembra da Lotus Esprit com talentos submarinos. Pois a equipe da Rinspeed também deve ter feito parte dessa audiência, já que conseguiu criar um

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carro com as mesmas habilidades: esportivo e bonito e com fôlego para profundos mergulhos. A diferença é que, enquanto no cinema, a cena envolvia uma animação, o Rinspeed realmente cumpre esse papel. O nome do primeiro carro submergível do mundo dificilmente seria mais apropriado: sQuba. O esportivo é um targa que consegue trafegar a até 10 metros de profundidade. O motor a combustão foi trocado por vários elétricos. São três baterias de íon-lítio na traseira, um para mover o carro em terra firme, dois para propulsão debaixo dágua. Dois mecanismos a jato dão suporte a esta dupla com saídas que acompanham a largura dos retrovisores. Portanto, além da diversão que pode proporcionar, o sQuba não polui.Por razões de segurança dos passageiros, o carro não possui teto fechado. Tanques de ar comprimido fornecem oxigênio aos dois ocupantes. Se eles preferirem, podem flutuar com o carro, que só submerge com uma das portas abertas. Sensores a laser permitem até que o carro se mova sozinho. Sem os passageiros, ele vem à tona por conta própria também. O interior é à prova de água salgada e tem acabamento em madrepérola. A base para o projeto do sQuba é outro Lotus, o Elise. Mais detalhes técnicos não foram divulgados, mas desde já fica difícil algum outro carro no Salão de Genebra ser mais inusitado que este.





Água na Lua!

25 09 2009

Sim, você leu certo. Nessa quinta-feira dia 24, foi provado o improvável. É praticamente certeza que  existe água na Lua. Em proporções minúsculas, é claro, mas ao menos 1 gota de água na Lua já é algo pra lá de interessante.

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Nos últimos anos se vem procurando o tão precioso líquido na Lua. O mais impressionante ainda, é que os astronomos sempre esperaram achar água nas crateras da Lua, já que em muitas delas a luz do Sol é raríssima, logo, a água não evapora. Ninguém havia pensado que poderia haver água na parte que bate Sol. Mas foi justamente lá que a água foi encontrada! A água foi encontrada em grande parte da superfície da Lua!

A descoberta foi feita pela equipe da astrônoma americana Jessica Sunshine, que usando dados de duas sondas que estudaram a Lua (a americana Deep Impact e a indiana Chandrayaan-1), percebeu a presença de água na superfície da Lua. A descoberta veio da detecção de moléculas de hidroxila e de água.

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Mas como pode haver água na Lua? Bem, a explicação vem, irônicamente, da ação do Sol. Átomos de hidrogênio existentes no vento solar provavelmente se combinam com o oxigênio existente no solo lunar, formando OH e H2O. Porém, os dados da sonda Deep Impact revelaram que havia um ciclo de criação e destruição da água. A água provavelmente se forma nos períodos em que o Sol bate rasante na superfície lunar, o que acontece pela manhã e ao fim do dia. Conforme o Sol vai subindo, a água criada momentos antes evapora, mas volta  a se formar com o entardecer (como mostra a imagem acima) .

Apesar da quantidade de água formada por este processo seja muito pequena (uma camada com a espessura de poucas moléculas), as implicações da descoberta são bastante importantes. Imagine agora que objetos tão áridos quando a superfície da Lua, como são muitos dos asteróides, devem estar formando água em suas superfícies. Aliás, os astrônomos lunares tem por décadas “caçado” água na Lua, e finalmente, a primeira evidência dela surgiu!