NASA diz que planetas parecidos com a Terra podem ser encontrados ainda em 2010

10 01 2010

Um oficial de elite da Nasa e outros cientistas da agência espacial norte-americana afirmam que em quatro ou cinco anos devem descobrir o primeiro planeta parecido com a Terra onde a vida poderia se desenvolver – ou talvez já tenha se desenvolvido. Um planeta com o tamanho próximo do da Terra poderia até mesmo ser encontrado este ano se as informações preliminares de um novo telescópio espacial se confirmarem.

Na conferência anual da Sociedade Americana de Astronomia, esta semana, cada descoberta envolvendo os chamados “exoplanetas” – aqueles fora do sistema solar – apontaram para a mesma conclusão: planetas parecidos com a Terra provavelmente são fartos de vida, apesar de um universo violento de explosões estelares, buracos negros em atividade e galáxias em colisão.

Encontraremos vida fora da Terra em 2010?

O novo telescópio da Nasa e diversos novos estudos do repentinamente quente e competitivo campo de exoplanetas geraram um burburinho considerável na convenção. Cientistas estão falando sobre “um lugar incrivelmente especial na história” e mais próximo de responder à questão que vem perturbando a humanidade desde o início da civilização.

“A pergunta é: estamos sozinhos? Pela primeira vez, há um otimismo de que em algum momento nas nossas vidas nós vamos chegar a uma conclusão”, afirmou Simon “Pete” Worden, astrônomo que encabeça o Ames Research Center, da Nasa. “Se eu fosse um homem de apostas, que eu sou, apostaria que não estamos sozinhos – há muita vida lá fora.”

By: Luca Lobo





O Medo Através do Tempo

17 10 2009

É natural que as tradições e as culturas se modifiquem ao menos um pouco de geração em geração. Com o passar de várias gerações, as tradições podem sofrer mudanças bem consideráveis.

E o medo não deixa de fazer parte da cultura e das tradições de um povo. Vejamos abaixo uma pequena tabela demonstrando o a evolução do medo com o passar do tempo:

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Nem áliens, nem vampiros, nem Lobisomens podem ser comparados ao incrível poder amedrontador que Amy Winehouse exerce sobre as pessoas!





Telescópio Kepler em busca de satélites naturais habitáveis

24 09 2009

Desde o lançamento do Telescópio Espacial Kepler, no início de 2009, os

Consepção artística de uma lua habitável, com uma bela vista para o seu planeta gasoso. Imagina só como seria legal...

Consepção artística de uma lua habitável, com uma bela vista para o seu planeta gasoso.

astrônomos têm aguardado  a primeira detecção de um planeta semelhante à Terra, orbitando outra estrela – veja Telescópio espacial Kepler vai começar busca por outras Terras.

O telescópio, que carrega em seu nome uma homenagem ao grande astrônomo, pai da astronomia moderna, Johannes Kepler, tem como principal objetivo encontrar planetas extrassolares, principalmente habitáveis.

Mas agora, a idéia está indo até mais longe.  Uma equipe de cientistas da Universidade College London, comandada pelo Dr. David Kipping, acredita que será possível descobrir até mesmo “exoluas” – luas dos planetas extrassolares, também conhecidos como exoplanetas.

Para detectar planetas extrassolares, é necessário que estes apresentem um movimento “especial”, como passar na frente de sua estrela mãe, ou “balançar” durante sua órbita.

Quais as condições para uma lua ser habitável?

Se um planeta parecido com Saturno estiver a uma distância adequada de sua estrela, então a temperatura permitirá que a água em estado líquido e seja estável em luas suficientemente grandes, tornando-as potencialmente habitáveis.

Os astrônomos descobriram que exoluas habitáveis com apenas 20% da massa da Terra serão facilmente detectáveis com os instrumentos do Kepler.

Potencialmente, o telescópio poderá procurar luas habitáveis do tamanho da Terra ao redor de mais de 25.000 estrelas, localizadas a até 500 anos-luz do Sol. No céu inteiro, há milhões de estrelas que poderiam ser rastreadas em busca de exoluas habitáveis contando-se tão-somente com a tecnologia atual.





Como seria a vida em cada planeta do Sistema Solar?

27 08 2009

Como deveriam ser os Extraterrestres para sobreviver em cada um dos planetas do Sistema Solar? Veja este exelente artigo retirado da revista Super Interessante Nº234. O artigo é meio velho, de 2006, mas é muito interessante mesmo, ainda mais pois contém ilustrações ótimas! Confira o artigo:

Mercúrio

Para resistir ao calor e frio extremos – de noite, faz um frio muito grande, de cerca de 90 Kelvin no planetinha – o nosso mercuriano teria de se esconder nas crateras dos pólos. O problema é que, sem poder aproveitar a luz solar e com uma atmosfera muito rarefeita para respirar, ele teria pouquíssima energia a seu dispor. Por isso, seria um organismo pequeno e simples, provavelmente um ser unicelular, feito de moléculas formadas de silício – substância muito comum na areia que cobre o solo do planeta.

Vênus

Nesse planeta, a temperatura média é de 480 graus Celsius. Por isso, o venusiano seria uma espécie de tatu que passaria a maior parte do tempo enterrado para se proteger do calor. Como a água só poderia ser obtida no subsolo, ele precisaria de garras para cavar e para se prender às rochas e não ser levado pelos ventos fortes que sopram por lá. As células desse bicho seriam construídas com nutrientes retirados do solo. Devido à grande concentração de enxofre, o ET federia como um ovo podre.

Marte

Para resistir à temperatura média de 60 graus negativos, o marciano teria escamas protetoras. Em suas veias correria álcool, que congela a uma temperatura mais baixa que a água. Para completar, uma membrana protegeria seus olhos das tempestades de areia. Como em Marte há gás carbônico na atmosfera e água no subsolo, o planeta poderia sustentar plantas. E o bicho seria herbívoro. Por fim, suas longas pernas o ajudariam a saltar – um meio eficiente de se locomover na baixa gravidade.

Saturno

A temperatura média de 180 graus negativos e os ventos inclementes assolam esse planeta. Imaginamos dois saturnianos: um grupo viveria nos pólos, onde os ventos são mais brandos. Suas grandes asas funcionariam como velas para propulsão e captadores de energia solar. O outro viveria no equador, onde há mais energia – e muito vento. As asas seriam menores. Sem a superfície necessária para captar energia, eles precisariam da ajuda de bactérias para fazer as reações químicas e obter energia.

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Júpiter

Para poder voar, seu corpo teria a forma de medusa e seria oco. Os ventos entrariam pela abertura da parte inferior e inflariam o “balão”. Os imensos poros funcionariam como bocas por onde o jupiteriano absorveria os gases nutritivos da atmosfera, que seriam então distribuídos pelo organismo por meio de uma rede de canais. Para controlar a velocidade, ele contrairia o corpo como um fole. O movimento espremeria os canais internos, que devolveriam gases tóxicos ao ambiente.

Urano

Como há pouca energia, só organismos simples, como fungos, sobreviveriam. Esse planeta gira com os pólos voltados para o Sol. E a cada 80 anos, essas regiões mergulham em um inverno escuro por 20 anos. Os uranianos teriam de aproveitar os ventos para se mudar dos pólos para o equador e vice-versa, atrás do sol. Os ETs absorveriam moléculas orgânicas da atmosfera pela pele porosa. A luz provocaria reações que transformariam essas moléculas em outras, gerando calor.

Netuno

A quase 5 bilhões de quilômetros do Sol, pouquíssima energia chega até ali. Os netunianos poderiam ser fungos semelhantes aos de Urano. Devido ao frio, de até 150 graus negativos, protegeriam as células com uma substância anticongelante. Sacudidos pelos ventos, soltariam esporos (células reprodutoras) que se espalhariam em todas as direções. Germinariam nas camadas mais densas das nuvens, nutridos pelo material orgânico que há ali. Pelas hastes ocas, o ET absorveria nutrientes.

Plutão

A temperatura de 200 graus negativos não oferece nenhum atrativo para a vida. Mas e estas estruturas cristalinas? Talvez sejam vírus congelados. O astrônomo Fred Hoyle acha que o núcleo dos cometas é carregado desses microorganismos. Como Plutão tem tudo para ser um cometa adormecido, poderia haver uma colônia por lá. Essa criatura não come, não respira nem produz nada. É só um código genético dentro de uma proteína, esperando uma célula para invadir e se replicar.

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Fonte: Revista Super Interessante Nº234 Dezembro 2006