Cientistas podem ter descoberto pílula contra racismo

12 03 2012

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford afirmou ter descoberto um medicamento capaz de curar o racismo. Durante estudos realizados com uma droga bastante comum no tratamento da pressão alta — o Propranolol —, os cientistas observaram que um dos efeitos colaterais do medicamento era a sua ação sobre uma área do cérebro responsável por algumas respostas emocionais.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do Propranolol em um grupo de 36 estudantes voluntários, todos do sexo masculino e brancos. Metade dos voluntários recebeu uma dose de 40 mg de Propranolol, enquanto a outra recebeu uma dose de placebo. Todos os voluntários então passaram por um teste específico para identificar o comportamento racista, mostrando resultados estatisticamente relevantes, que levaram os pesquisadores a acreditar que o medicamento pode realmente ter algum efeito sobre o preconceito racial.

Embora o grupo objeto da pesquisa fosse muito pequeno — apenas 36 homens brancos —, ainda assim os resultados foram surpreendentes. Os pesquisadores acreditam que o medicamento reduz o racismo ao atuar no sistema límbico, que regula o comportamento sexual e a agressividade. Além disso, os resultados apresentaram novas evidências sobre os processos cerebrais que geram o preconceito, mesmo em indivíduos que defendem a igualdade, sugerindo que o medicamento poderia ser utilizado para regular atitudes racistas inconscientes.

Contudo, caso estudos mais abrangentes sejam levados a cabo e realmente seja comprovada a eficácia do Propranolol no tratamento da intolerância e da discriminação, fica a dúvida de como será a regulamentação com relação à prescrição do medicamento.

 

By: Otávio





Confirmado último achado sobre “partícula de Deus”

7 03 2012

Físicos dos Estados Unidos informaram nesta quarta-feira (7) que suas experiências confirmam as do LHC, o grande acelerador de partículas europeu, sobre o bóson de Higgs. Em dezembro, as medições reduziram o espectro onde a “partícula de Deus”, como é apelidado o bóson de Higgs, poderia estar escondido.

Os resultados provêm do colisor americano Tevatron, fechado em setembro depois de mais de um quarto de século, embora os físicos continuem analisando os dados na busca da chamada “partícula de Deus”.

O bóson de Higgs é o elo perdido no Modelo Padrão da Física e acredita-se que ele dê massa aos objetos, embora os cientistas nunca tenham sido capazes de identificá-lo e exista apenas em teoria.

“O final do jogo se aproxima na busca do bóson de Higgs”, disse Jim Siegrist, diretor-adjunto de ciências do Departamento de Energia.

“Este é um marco importante para os experimentos do Tevatron e demostra a contínua importância das medições independentes na busca pela compreensão dos elementos básicos da natureza”, acrescentou.

Ilustração de uma colisão entre partículas promovida pelo acelerador LHC

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Pesquisadores encontram fósseis de pulgas pré- históricas gigantes

2 03 2012

Cientistas descobriram pulgas gigantes fossilizadas na China, as mais antigas já encontradas na Terra. O achado foi descrito na edição desta semana da revista “Nature”.

Os fósseis encontrados na província de Liaoning e na região autônoma da Mongólia Interior indicam que esses invertebrados mediam de 0,8 até 2 centímetros. Parece pouco, mas esses insetos eram sim gigantes em comparação com seus parentes modernos. Em geral, as pulgas têm entre 0,1 e 0,3 centímetros.

Os ancestrais das pulgas não tinham algumas características das espécies atuais, como pernas retráteis para saltar. O corpo era adaptado para viver entre pelos, mas os mamíferos da época eram muito pequenos. Por isso, os cientistas acreditam que as pulgas poderiam viver nos ninhos, mas não conseguiriam parasitar um animal específico.

Eles também trabalham com a possibilidade de que a pulga seria um parasita de dinossauros, porque a tromba era longa e forte o suficiente para perfurar a pele dos répteis.

Os animais estudados viveram entre 165 milhões e 125 milhões de anos atrás. Ao todo, dois gêneros cientificos foram identificados no material.

O.O.. Nesta foto você pode observar a fêmea à esquerda e o macho à direita





As 5 coisas mais impressionantes e bizarras do Universo.

27 02 2012

Ah! O universo, lindo em sua maximidade, perfeito em sua infimidade e absurdo como ele próprio. Tão grande que se o universo conhecido fosse do tamanho de uma moeda de 5 centavos, o verdadeiro (estipulado) universo teria o tamanho da Terra. Grande o suficiente e esquisito o suficiente para que certas coisas, que mais parecem ficção científica, acabem se revelando verdadeiras. E é por isso que hoje apresento-lhes, uma lista com as coisas mais bizarras e incríveis já encontradas lá fora. Então se encoste, relaxe, ligue a música e se prepare para viajar pelos cantos mais esquisitos do cosmo.


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Cientistas descobrem como matar células do câncer

18 03 2010

Em vez de matar células cancerígenas com drogas tóxicas, cientistas de Harvard descobriram um caminho molecular que as obriga a envelhecer e morrer.

As células cancerígenas se espalham e crescem porque podem dividir-se indefinidamente. Mas um estudo em ratos mostrou que o bloqueio de um gene causador do câncer chamado Skp2 forçou células cancerígenas a passar por um processo de envelhecimento conhecido como senescência – o mesmo processo envolvido na ação de livrar o corpo decélulas danificadas pela luz solar.

Hora da vingança!

Se você bloqueia o Skp2 em células cancerígenas, o processo é desencadeado, relatou Pier Paolo Pandolfi da Harvard Medical School, em Boston, e colegas em artigo publicado na revista “Nature”. A droga experimental contra o câncer MLN4924, da Takeda Pharmaceutical – já na primeira fase de experimento clínico em humanos – parece ter o poder de fazer exatamente isso, disse Pandolfi em entrevista por telefone. A descoberta pode significar uma nova estratégia para o combate ao câncer. “O que descobrimos é que se você danifica células, as células têm um mecanismo de adensamento para se colocar fora de ação”, disse Pandolfi. “Elas são impedidas irreversivelmente de crescer.” A equipe usou para o estudo ratos geneticamente modificados que desenvolveram uma forma de câncer de próstata. Em alguns deles, os cientistas tornaram inativo o gene Skp2. Quando o rato atingiu seis meses de vida, eles descobriram que os portadores de um gene Skp2 inativo não desenvolveram tumores, ao contrário dos outros ratos da pesquisa. Quando eles analisaram os tecidos de nódulos linfáticos e da próstata, descobriram que muitas células tinham começado a envelhecer, e também encontraram uma lentidão na divisão de células. Esse não era o caso em ratos com a função normal do Skp2. Eles obtiveram efeito semelhante quando usaram a droga MLN4924 no bloqueio do Skp2 em culturas de laboratório de células de câncer da próstata.

By: Luca Lobo





Descoberto peixes gigantes de 66 mil anos

19 02 2010

Os mares pré-históricos estavam cheios de peixes gigantescos que se alimentavam de plânctons e que desapareceram na mesma época em que os dinossauros, sugere uma pesquisa recém-publicada. Cientistas no Reino Unido e nos

Maneiro

Estados Unidos estudaram fósseis que mostram que o peixe existiu entre 66 milhões e 172 milhões de anos atrás. Eles acreditam que pode se tratar de “uma parte que faltava na história evolucionária de peixes, mamíferos e ecossistemas do oceano”. A descoberta foi divulgada na última edição da revista “Science”. A equipe internacional que realizou o estudo incluiu acadêmicos das universidades de Glasgow e Oxford, Universidade DePaul, em Chicago, Universidade Fort Hays, no Kansas, e Universidade do Kansas.

Nova espécie

O projeto começou em Glasgow, com uma análise dos despojos de um peixe gigantesco do período Jurássico, Leedsichthys, em conjunto com a escavação de uma nova espécie da mesma criatura em Peterborough. Jeff Liston, da Universidade de Glasgow, chefiou a escavação em Peterborough e achou que esta nova espécie era uma anomalia. “O avanço veio quando descobrimos outros fósseis, semelhantes aos Leedsichthys, mas em rochas muito mais recentes”, disse. “Estas amostras indicaram que havia peixes que se alimentavam por filtragem há muito mais tempo do que pensávamos.” Liston disse que a partir daí os pesquisadores começaram a reavaliar coleções de museus e a descobrir essa característica em fósseis no mundo inteiro, que não tinham sido muito estudados ou que haviam sido identificados de maneira errada. Vários dos novos fósseis mais importantes –todos da mesma família de peixes dos Leedsichthys– vieram de locais no Kansas. Outros fósseis foram encontrados em áreas em Dorset e Kent, no Reino Unido, e no Japão.

Mamíferos

“Foi só depois que estes peixes desapareceram do ecossistema é que mamíferos e peixes cartilaginosos como a arraia manta, tubarão-peregrino e tubarão-baleia começaram a se adaptar àquele papel ecológico”, disse Liston. O cientista disse que a descoberta tem “implicações para o nosso entendimento da produtividade biológica em oceanos modernos e como a produtividade mudou ao longo do tempo”. Uma das amostras mais bem preservadas do Kansas tinha sido considerada previamente semelhante a um tipo de peixe-espada. Quando membros da equipe começaram a limpar a amostra, descobriram um vão sem dentes na boca, com uma ampla rede de placas ossudas alongadas para extrair grandes quantidades de plâncton microscópico. A equipe deu o nome de Bonnerichthys a este peixe, que tem comprimento entre quatro e cinco metros, em uma homenagem à família do Kansas que descobriu o fóssil.

By: Luca Lobo





Cientista filmam “monstro do mar” em seu habitat natural pela primeira vez

8 02 2010

Pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, conseguiam uma imagem inédita do intrigante peixe-remo navegando no fundo do oceano. O filme foi feito no Golfo do México por meio de uma máquina não tripulada, e os cientistas acreditam que essa é a primeira vez que se filma o animal em seu habitat natural.

Esse bixo é grande mesmo...

O peixe-remo (Regalecus glesne) é uma espécie rara que vive em águas profundas. Ele pode chegar a 17 metros de comprimento, e só costuma ser visto quando está morrendo e sobe à superfície. Seu “topete” e suas barbatanas incomuns sempre despertam a curiosidade de quem topa com um deles. Acredita-se que relatos antigos sobre serpentes gigantes no mar estão relacionados a esse peixe.

By: Luca Lobo