Fósseis revelam elo perdido.

6 03 2012

Fósseis descobertos na Escócia ajudaram os cientistas a preencher uma lacuna de 15 milhões de anos na linha da evolução. O estudo publicado pela “PNAS”, revista da Academia Americana de Ciências, mostra os animais que fizeram a transição da água para a terra.

O artigo descreve uma variedade de invertebrados – artrópodes, parentes dos insetos – e vertebrados – tetrápodes, animais de quatro patas. A descoberta inclui animais aquáticos e terrestres.

Até a publicação desse estudo, não havia nenhum registro de animais desse tipo nessa época. Havia tetrápodes mais antigos – aquáticos – e mais recentes – já terrestres. Esses fósseis confirmam que houve uma etapa intermediária na evolução, como os especialistas já imaginavam.

Com a descoberta, os cientistas confirmam ainda com mais precisão quando ocorreu a passagem dos animais do ambiente aquático para o terrestre. Esses fósseis datam do período tournaisiano, há cerca de 350 milhões de anos.

Ilustração de um dos animais descobertos, chamado de "Ribbo"

Ilustração de um dos animais descobertos, chamado de "Ribbo"

OLHA A CARA DESSE BICHO! Eu queria ter um, meu deus que coisa fofa!

Via: G1

By: Luca Lobo





Pesquisadores encontram fósseis de pulgas pré- históricas gigantes

2 03 2012

Cientistas descobriram pulgas gigantes fossilizadas na China, as mais antigas já encontradas na Terra. O achado foi descrito na edição desta semana da revista “Nature”.

Os fósseis encontrados na província de Liaoning e na região autônoma da Mongólia Interior indicam que esses invertebrados mediam de 0,8 até 2 centímetros. Parece pouco, mas esses insetos eram sim gigantes em comparação com seus parentes modernos. Em geral, as pulgas têm entre 0,1 e 0,3 centímetros.

Os ancestrais das pulgas não tinham algumas características das espécies atuais, como pernas retráteis para saltar. O corpo era adaptado para viver entre pelos, mas os mamíferos da época eram muito pequenos. Por isso, os cientistas acreditam que as pulgas poderiam viver nos ninhos, mas não conseguiriam parasitar um animal específico.

Eles também trabalham com a possibilidade de que a pulga seria um parasita de dinossauros, porque a tromba era longa e forte o suficiente para perfurar a pele dos répteis.

Os animais estudados viveram entre 165 milhões e 125 milhões de anos atrás. Ao todo, dois gêneros cientificos foram identificados no material.

O.O.. Nesta foto você pode observar a fêmea à esquerda e o macho à direita