Conheça a teoria da Terra Oca

29 10 2013

É óbvio que a Terra é sólida não é? Bom, não para todo mundo.

A Teoria da Terra Oca circula pela comunidade científica há alguns séculos, e um de seus primeiros defensores foi Edmund Halley, que lançou sua versão da teoria no século 17, sim, esse é o mesmo Halley cujos cálculos determinaram quando o cometa que recebeu o seu nome passaria novamente próximo à Terra.  Os defensores dessa ideia tratam esse assunto com tanta seriedade, que inclusive lançaram páginas na internet, artigos e livros dedicados inteiramente a esse tema.

Um mundo dentro do nosso? Entenda tudo sobre a teoria da Terra Oca.

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Dia da Terra

22 04 2010

Hoje é Dia da Terra

Olá meus caros leitores e leitoras do Phobos e Deimos, como verão nos créditos, sou eu, Luca Lobo, que por meio deste, solicito que apaguem suas luzes, desliguem seus PCs (mesmo que esteja jogando Farmville), sua TV, etc. Use esse tempo para brincar de sombras com uma lanterna, ou vela, beije quem você  gosta e até perca sua virgindade! Mas façam esse favor, a Terra agradece, e seus filhos e netos também! Além do mais, imagine como ficará o céu!

Muito obrigado

– Para saber mais acessem : earthday.com <– em inglês

By: Luca Lobo





O “Ser” Terra

3 04 2010

O Planeta Terra tem 4 bilhões e 600 milhões de anos de idade.

Faça de conta que a Terra é um “ser” hoje com apenas 46 anos de idade completos e fazendo uma hipotética conversão de escalas de tempo teremos o seguinte quadro comparativo…

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NASA diz que planetas parecidos com a Terra podem ser encontrados ainda em 2010

10 01 2010

Um oficial de elite da Nasa e outros cientistas da agência espacial norte-americana afirmam que em quatro ou cinco anos devem descobrir o primeiro planeta parecido com a Terra onde a vida poderia se desenvolver – ou talvez já tenha se desenvolvido. Um planeta com o tamanho próximo do da Terra poderia até mesmo ser encontrado este ano se as informações preliminares de um novo telescópio espacial se confirmarem.

Na conferência anual da Sociedade Americana de Astronomia, esta semana, cada descoberta envolvendo os chamados “exoplanetas” – aqueles fora do sistema solar – apontaram para a mesma conclusão: planetas parecidos com a Terra provavelmente são fartos de vida, apesar de um universo violento de explosões estelares, buracos negros em atividade e galáxias em colisão.

Encontraremos vida fora da Terra em 2010?

O novo telescópio da Nasa e diversos novos estudos do repentinamente quente e competitivo campo de exoplanetas geraram um burburinho considerável na convenção. Cientistas estão falando sobre “um lugar incrivelmente especial na história” e mais próximo de responder à questão que vem perturbando a humanidade desde o início da civilização.

“A pergunta é: estamos sozinhos? Pela primeira vez, há um otimismo de que em algum momento nas nossas vidas nós vamos chegar a uma conclusão”, afirmou Simon “Pete” Worden, astrônomo que encabeça o Ames Research Center, da Nasa. “Se eu fosse um homem de apostas, que eu sou, apostaria que não estamos sozinhos – há muita vida lá fora.”

By: Luca Lobo





Futuro Selvagem – Parte 3

30 12 2009

200 milhões de anos: Depois da última extinção em massa, as criaturas que sobreviveram evoluíram para monstros bizarros. O deslocamento continental fez com que todos os continentes se juntassem novamente formando uma segunda Pangea.

O deserto central: No centro desse continente colossal, existe um deserto tão grande quanto à Rússia, nesse deserto não chove nunca, ou seja, há muito pouca água. O calor diurno desse deserto seco nem se compara ao frio cortante das noites. As criaturas que aqui se adaptaram não podiam ser mais bizarras.

Terabyte: Descendentes dos cupins, os terabytes constroem imensas cidades subterrâneas que podem demorar séculos para ficarem prontas. Acima do solo, as extensões dessa cidade formam torres que funcionam como estufas, onde os terabytes cultivam algas para se alimentarem. Sem os cuidados dos terabytes, as algas nunca sobreviveriam ao deserto.

Gloomworm: Michocas bem simples, que nadam nas profundezas das cavernas. Elas se alimentam de bactérias e são o almoço de todo o resto da caverna. Todas as espécies de minhocas dessa caverna são descendentes de uma minhoca que sobreviveu a extinção em massa escondendo-se na caverna.

Slickribbon: Essa criatura transparente pode chegar a ter 1 metro de comprimento, ela tem uma mandíbula com pinças poderosas, cujos cortes podem causar infecção. É equipada com várias cerdas do lado do corpo, que a ajudam a nadar e perceber as mudanças de pressão na água.

Garden Worm: Essa minhocas emergem de fissuras no deserto para poderem fazer fotossíntese. Elas tem vários “braços” com milhões de algas brotando para fora, assemelhando-se à folhas. Aumentando assim o raio de exposição ao sol.

Deserto Rainshadow: A temperatura e o oceano global acabam por criar tempestades impressionantes e assustadoras, que não chegam muito perto da costa. O máximo que chegam é à uma imensa cadeia de vulcões, e no pé dessa cadeia há um deserto rochoso. O deserto Rainshadow.

Bumblebeetle: Esses besouros tiveram que evoluir ao máximo para sobreviver ao deserto hostil. Eles passam o dia procurando carniça de Flish, que é rica em carboidratos. Mas é impossível saber aonde encontra-las.

Grimworm: Essas minhocas são encontradas na carniça de Flish, e são adaptadas para crescer rapidamente dentro dessas carcaças. Elas tem três pares de mandíbulas e conseguem devora a carcaça inteira (incluindo ossos) em uma velocidade assustadora.

Desert Hoper: Esse molusco nativo do deserto pode ficar do tamanho de um coelho. Eles pulam pelo deserto em uma, porém forte, perna. Essencial para deslocamento na areia quente. Durante o calor do dia, eles se enterram na areia e esperam o anoitecer ou o amanhecer para saírem e se alimentarem da vegetação rasteira do deserto.

Deathbottle: Essas plantas tem folhas carnudas que são usadas para atrair o Desert Hopper, que é engolido e levado ao estomago da planta, com 30cm de profundidade, esses estômagos são cheios de dentes e sucos digestivos.

Floresta do norte: No norte desse continente, existe uma floresta toprical, impressionantemente extensiva. As condições ideais criaram uma diversidade de vida maior aa florestas do mundo antigo. Mas nessa floresta só há verde, pois árvores com flores são muito raras.

Squibbon: Descendentes das lulas, que com sucesso invadiram a terra. OS squibbons vivem em árvores, e dormem em estruturas simples no topo dessas árvores, construídas com seus tentáculos e sua visão aguçada.

Megasquid: 4 metros de altura, pesando 8 toneladas, com dois tentáculos que chegam à 3 metros de comprimento e uma pele de rinoceronte. A megasquid é uma criatura formidável, cada um dos seus oito tentáculos se transformou em pernas de 1/3 de metro de diâmetro.

Forest Flish: Parentes dos ocean flish que se mudaram com sucesso para dentro da floresta, são muito menores do que o ocean flish  essas criaturas tem o tamanho de uma tarântula. Suas asas batem em 30 ciclos por segundo, o batimento das asas se assemelha ao dos gafanhotos.

Slithersucker: Os galhos de algumas arvores contém esse fungo interessante, projetado para baixo com cabelo, contendo uma substância pegajosa, esses fungos capturam flish que passam despercebidos. Esses flish recebem um “abraço da morte” e são digeridos.

Oceano global: Durante a última extinção em massa, os nuvens de cinzas vulcânicas mataram os plânctons da superfície, resultando numa extinção em cadeia. As únicas criaturas que sobreviveram são as que moravam no fundo do mar.

Rainbow Squid: Essa lula enorme (40m de comprimento) flutua na superfície do mar. Elas tem um sistema complicado de camuflagem, usando as células do corpo para criarem imagens complexas e confusas. Quando estão caçando, elas usam esse sistema para imitarem um cardume de silverswimmers, e engana-los.

Ocean Flish: Com a extinção dos pássaros, o céu se tornou um nicho disponível, que logo foi ocupado pelos flish. Eles evoluíram de um ancestral comum, e não são como os peixes-voadores que conhecemos, pois desenvolveram a habilidade de voar, assim como pássaros e morcegos.

Sharkopath: Esse tubarão pode chegar à 4 metros de comprimento e caça em grupo. Do lado de seu corpo à órgãos sinalizadores, usados para avisar uns aos outros onde a presa se encontra, com flashes de luses bio-luminescentes.

Silverswimmer: Depois da extinção de quase todos os peixes, seus nichos foram desocupados, e esses descendentes de caranguejos microscópicos, foram espertos o bastante para ocupa-los, se tornando assim, tão numerosos e diversificados quanto os peixes.

Fim, espero que tenham gostado da viagem.

Parte 1Parte 2

By: Luca Lobo





Futuro Selvagem – Parte 2

15 12 2009

100 milhões de anos: Vulcões expelindo gases de efeito estufa, eventualmente transformaram a Terra em uma sáuna – sufocante, húmida e quente.Florestas tropicais cobrem a Terra e a atmosfera é rica em dióxido de carbono e oxigênio. Os animais se adaptaram ao calor úmido. Os insetos ficaram enormes, insetos voadores têm envergadura de metro, e as maiores criaturas do mundo andam na terra. Mas a própria Terra está inquieta. Apesar de ter vulcões ativos por toda parte, agora, erupções enormes levam o planeta à beira do seu pior desastre de sempre. A maior parte da vida é aniquilada, deixando o mundo árido e vazio. Ou não?

O Grande Platô: Austrália viajou tanto ao norte, que colidiu com a Ásia e a América do Norte. A colisão da Austrália e da Ásia deu origem a uma cadeia de montanhas enormes, muito maior do que o Himalaia – 10.000 metros de altura. Há fortes chuvas nas montanhas, e uma pesada chuva sazonal no platô.

Great Blue Windrunner: Um novo grupo de aves evoluíram com sucesso nesta era. As pernas são adaptadas para ajudar no vôo, tornando assim, quatro asas. O exemplo mais espetacular é o Great Blue Windrunner, uma visão impressionante, com sua plumagem azul e uma envergadura de 2.5m.

Silver Spider: Grandes aranhas coloniais que constroem ninhos vastos como mantas, apoiada sobre a face da rochosa do planalto. Sementes carregadas pelo vento grudam nessas mantas. As aranhas mais jovens recolhem as sementes e levam-nas para as pilhas de sementes, guardadas em segurança no subsolo.

Poggle: Um dos últimos mamíferos, esse pequeno roedor é relativamente imóvel, e depende das sementes guardadas pelas Silver Spiders. A comunidade Poggle prospera nesse habitat escondido, o que é bom, já que as aranhas estão engordando eles para comer.

O Pântano de Bengala: Parte da África se separou do continente e se fundiu com a Ásia. Essas duas massas de terra criaram um vasto pântano onde, um dia, foi a Bahia de Bengala. A colisão das placas tectônicas criou uma grande cadeia de vulcões, que separa o pântano dos mares ao sul.

Swampus: O primeiro polvo a se aventurar na terra, se adaptou à vida na água e na praia, se tornando anfíbio. É um predador formidável, medindo 3 metros de comprimento, ele usa seus braços para agarrar sua presa, e uma mordida venenosa para mata-la.

Toraton: Os répteis se adaptaram bem, devido ao calor, e esse descendente da tartaruga não é diferente. O maior animal que já andou sobre a face da Terra. Eles têm 7 metros de altura e pesam 120 toneladas, essas criaturas gigantes passam o dia procurando comida, já que tem que consumir grandes quantidades de vegetação.

Lurkfish: As águas lamacentas se tornou lar para uma enorme quantidade de criaturas perigosas. Possivelmente a mais perigosa é o Lurkfish, esse sofisticado predador de 4 metros e comprimento é capaz de gerar uma carga elétrica de 1000 volts que paralisa até a maior das presas.

Floresta Antártica: A Antártica se deslocou ao norte, mas precisamente, aos trópicos. Agora, sem gelo, frio ou pingüins, esse continente se tornou uma vasta floresta tropical. Essa floresta evoluiu de quaisquer espécies de plantas conseguiram chegar no continente primeiro. Assim como os animais, que evoluíram de poucos ancestrais pois chegar ao continente virgem não foi nada fácil.

Roachcutter: Um grupo de pássaros descendentes das primeiras aves marítimas a colonizar o continente antártico. Elas evoluíram para se tornar a espécie de aves dominante da floresta. O Roachcutter caça grandes insetos e os mata com seus bico afiado e perigoso.

Spitfire Bird: Esse pássaro peculiar coleta químicos de uma certa árvore que quando misturado com sua saliva se transforma em um componente altamente corrosível. Quando ameaçado, ele cospe esse químico no predador pelas suas narinas. Eles tem uma plumagem alaranjada debaixo das asas para avisar aos seus predadores o potencial venenoso dele.

Falconfly: Um predador perigoso descendente das vespas. Eles podem chegar a 15 centímetros de comprimento e podem atacar um Spitfire Bird em pleno vôo. Seu primeiro par de pernas serve para agarra sua presa, o segundo par foi modificado para se assemelhar à espadas, que o Falconfly usa para matar suas presas.

Spitfire Beetle: Besouros coloridos que se agrupam para imitar flores de uma certa árvore para atrair o Spitfire Bird. Precisa de 4 Spitfire Beetles, com as asas abertas, para criar a ilusão de uma flor. Quando o pássaro se aproxima o suficiente, os besouros pulam nele com suas fortes pernas traseiras.

Os Mares Rasos: Grandes partes da Rússia e da América do Norte afundaram no mar. Esses mares são ricos em nutrientes e em luz do sol. Condições ideais para a formação de recifes, mas os corais estão extintos. Os recifes agoras são formados por algas vermelhas.

Ocean Phantom: É uma gigante criatura marítima que visita os recifes de tempos em tempos. Aproximadamente 10 metros de comprimento e 4 de largura, essa criatura na verdade é uma colônia de milhares de pequenas criaturas que formam esse gigante organismo.

Reef Glider: Descendentes das lesmas do mar, eles tem 4 metros de comprimento, e um formato de gota de água. Nadando usando uma série de nadadeiras, eles patrulham os mares rasos caçando os Ocean Phantoms. Eles têm ótima visão e conseguem sentir as mudanças químicas na água.

Spindletrooper: Criaturas que se assemelham à aranhas de um metro de comprimento. Elas vivem em câmaras especiais no Ocean Phantom. Em troca de ser alimentado pelo Ocean Phantom, o Spindletrooper o defende dos ataques do Reef Glider. Eles cortam o predador com um par de garras venenosas.

Parte 1Parte 3

By: Luca Lobo





Futuro Selvagem – Parte 1

11 12 2009

O “Futuro Selvagem” é um projeto que consiste em resumir, um documentário do Discovery Channel de mesmo nome. O documentário trata sobre a vida animal nos milhões de anos que seguem a nossa extinção. Mas lembrem-se! Isso é só especulação! Ninguém consegue prever o futuro, eu acho….

5 Milhões de Anos: A Terra está no meio da última idade do gelo atual. Os seres humanos estão extintos e grande parte da água doce do mundo está presa nas calotas de gelo enormes que chegam, no norte, até Paris, e no sul, até Buenos Aires. Nas bordas do gelo, os animais se adaptaram ao invernos frios e cruéis; nos trópicos, a floresta praticamente desapareceu, substituída por uma savana seca. No entanto, a mudança está no ar – um aumento súbito de erupções vulcânicas derrama gases de efeito estufa na atmosfera, o planeta começa a aquecer, e o gelo derretendo cria enormes, inundações devastadoras.

Deserto Americano: Frio e seco, esse deserto se tornou perigoso, com condições extremas. Constantemente sobre tempestade de areia e tornados, os animais aqui tiveram que se adaptar para sobreviver.

Spink: Spinks são aves coloniais que gastam praticamente toda a sua vida em tocas subterrâneas, um lugar muito mais agradável para se viver do que a superfície imperdoável. Eles se alimentam de raízes e da seiva rica em açúcar do nabo do deserto, é preciso um monte de Spinks para manter um sistema de túneis grande o suficiente para alcançar nabos do deserto o suficiente.

Rattleback: Esta é uma sub-espécie do rattleback sul-americano. Nesse deserto hostil, a propriedade de isolamento das escamas e o comportamento de se manter junto ao solo, o ajudaram a sobreviver. Cerdas que cobrem o rosto, mantém a areia longe dos olhos.

Deathgleaner: Deathgleaners são morcegos enormes, com uma envergadura de 1.3m que lhes permite planar sem esforço sobre o deserto por horas, em busca de carcaças. Eles também podem atacar os fracos filhotes de rattlebacks.

Bacia do Mediterrâneo: O movimento da África e da Europa fecharam o Mar Mediterrâneo. Isso, mais a escassa umidade do ar, secou quase todo o mar, deixando apenas alguns lagos salgados.

Gryken: Um descendente da marta, ele é um rápido, forte e acima de tudo, cauteloso predador. Ele usa a cobertura natural das fissuras no pavimento de pedra calcária (o grykes) como esconderijo para pegar de surpresa suas presas.

Cryptile: Cryptiles são cerca de 18 centímetros de comprimento e rosa pálido, coberto com cristais de sal que agem como camuflagem. Glândulas na pele segregam uma substância pegajosa para o babado. Quando o lagarto corre através de uma nuvem de moscas salmoura o folho age como papel de mosca, permitindo que o cryptile lamba as moscas a vontade, depois da corridinha.

Scrofa: O scrofa é descendente de suínos do mundo antigo, mas é muito pequeno para os padrões do porco, aproximadamente 8-12 cm de altura. Eles também são mais finos do que a maioria dos suínos dias atuais, e suas pernas são mais longas, tornando-os muito bem preparados para enfrentar as regiões rochosas nas bordas da bacia.

Savana Amazônica: Não chove mais, os rios diminuíram em tamanho, tudo está mais seco, e à queimadas recentes, com essas condições, que espécies se desenvolveram?

Carakiller: Na ausência de predadores de solo, este descendente dos caracarás evoluiu para um pássaro grande como um velociraptor. Com cerca de oito pés de altura, com um grande, bico adunco e garras afiadas que eles são predadores temíveis. Eles têm pernas longas e bem adaptadas às curtas rajadas de velocidade.

Babookari: Da enorme diversidade de macacos que viviam nas árvores, apenas alguns desses se adaptaram à vida na savana. Babookaris vivem em grupos e patrulham uma grande área em busca de alimento. Eles tecem cestas que deixam em riachos para capturar peixes.

Rattleback Sul-Americano: Estes carinhas são descendentes de uma grande roedor sul-americano. Eles têm grandes forelimbs muscular e garras como pás para poderem cavar. Escamas cobrem o rosto.

Geleira da Europa: O mundo está sobre uma nova era do gelo, temperaturas chegando a 60 graus Celsius negativos, a Inglaterra e a França foram ligadas pelo mar congelado, as vinhedas se foram a muito tempo…

Shagrat: Grupos de shagrats vão para as tundras todos os anos durante a primavera. São roedores do tamanho de ovelhas, e são descendentes das marmotas européias. Eles tem uma grossa camada de pelos, e poderosas patas para cavar raízes enterradas na neve e no solo congelado.

Snowstalker: Esse grande predador vaga por grandes distâncias pela geleira. Eles são, provavelmente, descendentes dos carcajus. Poderosos e assustadores, eles tem dentes-de-sabre para rasgar suas presas. Podem chegar a 4 pés de comprimento e 2 pés de altura.

Gannetwhale: Com as baleias extintas e as focas dizimadas, outros animais começaram a ocupar esses nichos. Uma nova espécie que conseguiu fazer isso é o gannetwhale. Se parecem com focas, mas são pássaros com grandes bicos. Com, mais ou menos, 14 pés de comprimento, ele é gorducho, mas, surpreendentemente um ótimo e ágil nadador.

Parte 2Parte 3

By: Luca Lobo