Dia da Terra

22 04 2010

Hoje é Dia da Terra

Olá meus caros leitores e leitoras do Phobos e Deimos, como verão nos créditos, sou eu, Luca Lobo, que por meio deste, solicito que apaguem suas luzes, desliguem seus PCs (mesmo que esteja jogando Farmville), sua TV, etc. Use esse tempo para brincar de sombras com uma lanterna, ou vela, beije quem você  gosta e até perca sua virgindade! Mas façam esse favor, a Terra agradece, e seus filhos e netos também! Além do mais, imagine como ficará o céu!

Muito obrigado

– Para saber mais acessem : earthday.com <– em inglês

By: Luca Lobo





Crazy in the Head e Street Lights

1 04 2010

By: Luca Lobo





Hora do Planeta

26 03 2010

O PeD apoia totalmente essa campanha… Ainda mais porque se o Brasil inteiro apagasse as luzes, imagina só como ficariam as estrelas?

by: Pedro A.





Curiosidades sobre Saturno

23 02 2010

– Os anéis de Saturno são formados por uma miríade de cristais de gelo e rocha, pequenos como grãos de arroz ou grandes como uma casa. Toda a estrutura tem cerca de 275 mil quilômetros de largura, mas não ultrapassa 1 km de espessura.

– O brilho dos anéis é devido ao reflexo da luz nos cristais de gelo. Sua estabilidade é garantida, em parte, pelos satélites pastores, que desempenham complexas relações de equilíbrio. Mimas, por exemplo, é responsável pela falta de matéria na divisão de Cassini, e Pan, pela divisão de Encke.

– A origem dos anéis não está plenamente esclarecida: caso tenham sido formados junto ao planeta não é um sistema estável e o material precisará ser reposto periodicamente, ou desaparecerão um dia.

– No volume ocupado por Saturno cabem 760 Terras com folga. Porém sua massa é apenas 95 vezes maior que a terrestre, o que resulta numa densidade menor que a da água. Resultado: se fosse possível colocar o planeta numa enorme piscina ele flutuaria!

– A baixa densidade também pode ser confirmada por outra característica notável de Saturno: ele é o planeta mais achatado de todo o Sistema Solar. O diâmetro polar é 10% menor que o equatorial. O mesmo fenômeno ocorre em Júpiter, mas a diferença é de 6%.

– Enquanto se passa um ano em Saturno, na Terra você envelheceu quase 30 anos. O planeta fica, em média,  9,5 vezes mais longe do Sol do que a Terra, por isso recebe quase 100 vezes menos luz e calor que a Terra.

– Durante alguns anos acreditou-se que Titã seria a maior lua de Saturno e também de todo o Sistema Solar. Essa hipótese foi baseada em medidas feitas por telescópios na Terra, considerando a densa atmosfera de Titã. Coube à

Lindo não?

Voyager 1 devolver o título de maior satélite para Ganimedes, de Júpiter.

– Na mitologia grega,  Saturno é Cronos, titã do tempo. A escolha deveu-se ao fato dos povos antigos já terem percebido que a trajetória de Saturno no céu levava mais tempo que a dos outros quatro planetas visíveis a olho nu, incluindo Júpiter, filho de Saturno.

– Cerca de 50% de seu raio é ocupado por hidrogênio metálico líquido, que só existe sob pressões milhões de vezes superior à pressão ao nível do mar. Acima desta camada, um invólucro de hidrogênio molecular e hélio estende-se até os limites visíveis da atmosfera de Saturno.

– Em Saturno, os ventos que sopram na direção leste são muito mais rápidos que o mais poderoso furacão da Terra, movendo-se com até 70% da velocidade do som. Em nosso planeta, a proximidade com o Sol é a fonte de calor necessária à circulação dos ventos.

– No caso de Saturno, há uma fonte interna de calor, o que também explica porque emite o dobro da radiação infravermelha que recebe do Sol. Provavelmente conseqüência da compressão do hélio nas regiões centrais da atmosfera.

By: Luca Lobo





VY Canis Majoris (um deus ou um demônio?)

26 10 2009

VY Canis Majoris (VY CMa) é uma estrela vermelha hipergigante localizada na constelação de Canis Major. Entre 1800-2100 raios solares aprox. (2.505.600.000 de 2923200000 km de diâmetro), é a maior estrela conhecida e também uma das mais luminosas. Ela está localizado a cerca de 1,5 kiloparsecs (km 4,6 × 1016) ou cerca de 4.900 anos-luz da Terra. Ao contrário da maioria das estrelas hipergigantes, que ocorrem em ambos os sistemas estelares binários ou múltiplos, VY CMa é uma única estrela. É classificada como uma variável semi-regular e tem um período estimado de 2.000 dias.

O primeiro registro conhecido de VY Canis Majoris é no catálogo de estrelas de Jérôme Lalande, em 7 de março de 1801. O catálogo listado VY CMa como uma estrela de magnitude 7. Novos estudos sobre a sua magnitude aparente durante o século 19 revelou que a estrela vem diminuindo desde 1850.
Desde 1847, VY CMa tem sido conhecido para ser uma estrela vermelha. Durante o século 19, observadores mediram pelo menos seis componentes discretos para VY CMa, sugerindo a possibilidade de que ele é uma estrela múltipla. Estes componentes discretos são conhecidos como áreas brilhantes na nebulosa circundante. Observações visuais em 1957 e imagem de alta resolução em 1998 mostrou que a VY CMa não tem uma estrela companheira.
VY CMa é uma estrela de alta luminosidade M com uma temperatura efetiva de cerca de 3.000 K, colocando-a no canto superior direito do diagrama de Hertzsprung-Russell e sugerindo que ele é uma estrela evoluída. Durante a seqüência principal, que teria sido uma estrela O com uma massa de cerca de 30 a 40 massas solares.

Medindo a Distância
Distâncias Estrelares podem ser calculadas medindo a paralaxe como a Terra orbita em torno do Sol. No entanto, VY

o_O

CMa tem uma paralaxe minúscula com uma alta margem de erro, o que torna pouco confiável para calcular a distância usando esse método.

Em 1976, Charles J. Lada e Mark J. Reid publicou a descoberta de uma brilhante nuvem molecular de aros de 15 minutos de arco a leste de VY CMa. Na ponta da nuvem de fronteira com o aro brilhante, uma queda abrupta das emissões de CO e um aumento no brilho da emissão 12CO foram observados, indicando a possível destruição de material molecular e aquecimento reforço para a nuvem na interface de borda, respectivamente. Lada e Reid assumiram a distância da nuvem molecular é aproximadamente igual ao das estrelas, que são membros do aglomerado aberto NGC 2362, que ionizam o aro. NGC 2362 tem uma distância de 1,5 ± 0,5 kiloparsecs determinado a partir de sua cor diagrama de magnitude.
VY CMa é projetada na ponta da borda, sugerindo sua associação com a nuvem molecular. Além disso, a velocidade da nuvem molecular é muito parecida com a velocidade da estrela. Isto indica ainda a associação da estrela com a nuvem molecular e, conseqüentemente, com a NGC 2362, o que significa VY CMa também está a uma distância de 1,5 KPC.

Tamanho
VY Canis Majoris é a maior estrela conhecida.

C*****!!!

A professora Roberta M. Humphreys da Univarsidade de Minnesota estima que o raio de VY CMa a 1.800 à 2.100 raios solares. Para ilustrar, se o Sol fosse substituído pela VY Canis Majoris, o raio pode estender para além da órbita de Saturno (cerca de 9 AU ). Supondo que o limite de tamanho superior a 2100 raios solares, a luz levaria mais de 8 horas de viagem em torno da circunferência da estrela, comparado a 14,5 segundos para o sol. Levaria mais de 7.000.000.000.000.000 (7 × 1015 ou 7 quatrilhões) Terras para preencher o volume de VY Canis Majoris.

Se a Terra fosse representada por uma esfera de um centímetro de diâmetro, o Sol estaria representado por uma esfera com um diâmetro de 109 centímetros, a uma distância de 117 metros. Nessas escalas, VY Canis Majoris teria um diâmetro de aproximadamente 2,3 km, assumindo que a estimativa de limite de seu raio.
Luminosidade
Em 2006, Humphreys usou a distribuição espectral da energia e da distância de VY CMa para calcular a sua

A estrela libera uma enorme quantidade de gás durante sua combustão

luminosidade. Como a maior parte da radiação proveniente da estrela é reprocessado pela poeira em torno da nuvem, ela integrou os fluxos total sobre a nebulosa inteira e mostrou que VY CMa tem uma luminosidade de 4,3 × 105 na escala de Luminosidade Solar.

Controvérsia

Existem duas opiniões diferentes sobre as propriedades de VY CMa. Em uma, a estrela é uma grande e luminosa hipergigante vermelha. Em outras opiniões (como Massey, Levesque e o estudo de Plez), a estrela é uma supergigante vermelha normal, com um raio de cerca de 600 raios solares. Neste caso, sua superfície se estenderia bem além da órbita de Marte em relação ao nosso sistema solar.

Tal como o seu tamanho, a luminosidade de VY CMa é também o tema de dúvida. A professora Humphreys contesta que a fotometria visual não é o suficiente para as estrelas com poeira estrelar suficiente para reprocessar os fluxos visual e vermelho para o infravermelho termal.

By: Luca Lobo