Iwata diz que existem 100 milhões de Miis nos EUA e no Japão

15 01 2010

Os Miis, os avatares criados pelos jogadores de Wii e utilizados em alguns games como ‘Wii sports’, possuem uma

população de 100 milhões no Japão e nos Estados Unidos. A estimativa foi divulgada pela Nintendo.
De acordo com o presidente da companhia japonesa, Satoru Iwata, o número se divide em 20 milhões de Miis em território japonês e 80 milhões nos EUA. Os dados divulgados em um seminário nesta sexta-feira (15) não informam o número de avatares criados na Europa e no resto do mundo.
O número de Miis, contudo, pode ser bem maior. Iwata disse que é impossível calcular o número de personagens virtuais criados em consoles que não estão conectados na internet e nem os que já foram excluídos pelos usuários.

By: Luca Lobo





Review: The Legend of Zelda: Phantom Hourglass (DS)

14 01 2010

Zelda sempre foi e sempre será um dos melhores jogos do mundo, começando sua aventura em The Legend of Zelda para NES, e depois com seu sucesso vieram as várias seqüências, com a infame The Adventure of Link, e depois voltando ao sucesso com Ocarina of Time, Majora’s Mask, depois veio Wind Waker, a primeira aventura com o Toon

Um dos melhores jogos do DS, se não for o melhor

Link (a forma cartunesca de Link), indo para o revolucionário Twilight Princess, e chegando finalmente em sua

aventura para o DS (a minha favorita), The Legend of Zelda: Phantom Hourglass. A jogo começa com uma apresentação em que link está navegando seu navio pirata, e junto toca a música tema, que música maravilhosa! Assim como grande parte dos RPGs (e Zelda não sendo diferente), a história de verdade demora no mínimo meia hora para começar, pois antes tem toda aquela explicação, que, infelizmente não dá pra pular. Os controles são fáceis de usar, e você controla o personagem com o stylus, que é a melhor forma de controle. A música como já devo ter mencionado é maravilhosa, em alto e bom som, sem falhas. Como de costume do jogo Zelda, esse também traz dungeons com belos quebra-cabeças, nada simples, mas gostosos de serem resolvidos (meu maior problema com Ocarina of Time). E é nessas dungeons que a genialidade de Miyamoto aparece, você deve em algumas vezes, assoprar pelo microfone, fechar seu DS, e usar os outros mil e um recursos do portátil para prosseguir em sua jornada, que é longa, mas se torna frustantemente mais longa por causa do bendito templo da água, toda vez que você entra nele, tem que fazer a dungeon inteira antes de prosseguir. Não entendeu? Deixe-me explicar melhor: Você vai na dungeon, anda, anda, anda, resolve os quebra-cabeças, derrota o inimigo, pega o tesouro, sai da dungeon, viaja, viaja, viaja, chega em outra dungeon, atravessa ela, derrota o chefão hora de voltar ao templo da água, você volta, e quanda chega lá…BAM! Tem que fazer todo o caminho de novo, e resolver todos os quebra-cabeças de novo antes de prosseguir mais fundo no templo. Chato né? Sim, um saco, mas vale a pena, poi esse jogo vicia! O jogo requer muita estratégia na hora de derrotar chefões, que item usar? Qual ataque fazer? Gráficos? Perfeitos, 3D e cel-shading, o jogo usa toda capacidade do DS, e ainda por cima é extremamente colorido, alegre e cheio de vida (digital)! Existe um modo multiplayer que consiste em roubar gemas e controlar phantoms, que é legal, mas se torna cansativo com o tempo. E se você terminar a história principal, não se preocupe, ainda tem muita coisa pra fazer, cavar tesouros, achar partes para seu barco, pegar todos os heart-containers, minigames, ilhas para explorar, etc. E ação na para um minuto! Mesmo navegando, toneladas de inimigos aparecem, e você tem que derrota-los com seu canhão. E você sempre pode voltar ao chefão-final e derrota-lo novamente para ver o final de novo. Esse game, mesmo com seus (poucos) problemas é um must-buy MESMO! Um dos melhores jogos do DS de cara!!!

Gráficos: 10

Som: 10

Jogabilidade: 10

Diversão: 10

Replay: 10

Nota Final: 10

PS: O Brasil é um país geométrico… tem problemas angulares, discutidos em mesas redondas, por um monte de bestas quadradas.

By: Luca Lobo





Review: World of Goo (WiiWare)

8 01 2010

Genial, essa é a melhor palavra para descrever World of Goo, uma produção da 2D Boy (3 caras). O jogo custa 1500 wii points do WiiWare ( a loja virtual da Nintendo acessada pelo próprio Wii), o equivalente à 15 dólares, meio caro, mas vale a pena pois o jogo é ótimo. Tudo, desde a introdução até os levels são sombrios, muito sombrios, o que cria um ótimo clima, à medida que a história se desenrola você acaba descobrindo a verdade sobre o passado desse mundo sombrio e de seus habitantes mais simpáticos, as Goo Balls. O jogo funciona assim: Você tem um determinado número de bolinhas à mão, e uma quantidade que tem que salvar, com wii remote você gruda essas bolinhas umas nas outras formando uma ponte ou uma torre, mas cuidado, se for pesada demais ela pode cair, o jogo é um simulador de física por assim dizer. A música é uma das melhores que já ouvi em jogo, mentira, é A melhor, simplesmente linda, grandiosa e como todo o resto do jogo…sombria. Os gráficos são lindos, mesmo, o mundo é perfeito, cheio de detalhes parecendo um desenho animado, cheio de cores vivas e à arte-final é

Preste atenção, muita coisa pode acontecer ao mesmo tempo!

uma das melhores, e tudo isso combinado aumenta mais ainda o mistério. O jogo, fácil no começo, começa a ficar meio difícil a partir do outono (os “mundos” são divididos por estações) e vai piorando, mas para ajuda-lo foram inventados os Time bugs, insetos que você mata para voltar uma jogada no tempo. A dificuldade pode estar nas próprias bolinhas, algumas sendo inflamáveis, outras pode ser coladas mas depois desgrudadas (sim, uma das grandes dificuldades do jogo é que certas bolinhas, depois de grudadas já era), umas são gigantes, outras sobrevivem na água, assim vai. Algumas fases podem durar de 15-30 minutos de queimação cerebral, há ainda para os jogadores mais radicais, um objetivo compulsivo que pede por exemplo que você salve 35 bolinhas (tendo apenas 36) ou que termine a fase em menos de 1 minuto, essas brincadeiras de criança. Os controles são lidos com perfeição, ou seja, não há problemas. Agora, digamos que seu objetivo era salvar 10 bolinhas, e você salvou 18, o que acontece com as outras oito? Vão para a World of Goo Corp. Uma espécie de minigame onde você compete online para ver quem constrói a maior torre estável do mundo (a minha tem 10.2 metros de altura, é uma pirâmide). A diversão é ridiculamente grande e o jogo é tão bom, que é difícil desistir, mas se você não consegue passar de um puzzle, o jogo começa a perder a graça, e é esse meu problema com puzzles. O fator replay é enorme assim como a diversão pois, por que parar se é divertido não é? O jogo é viciante! Cada fase te oferece um desafio novo, seja colocar balões para fazer as bolinhas flutuarem, ou sacrificar um monte de bolinhas para que outras sejam salvas, nesse mundo bizarro o Sign Painter te ajuda dando dicas (indiretas) e filosóficas, mas que nem sempre ajudam, uma hora ele pode dizer que o título do jogo não é apropriado, outra hora ele diz que uma grande mudança está chegando.Uma das coisas que eu achei mais legais no jogo são as rotas alternativas. Está com um problema nessa fase? Tente a outra! Mas se você tem problemas nas duas… Se o jogo vale apena apesar do preço? Sim, eu não me arrependi, e se você for fã de jogos de lógica melhor ainda. Mas acho que crianças não vão saber apreciar o jogo, ainda.

Gráficos: 10

Som: 10

Jogabilidade: 10

Diversão: 8.0

Replay: 7.0

Nota Final: 9.0

PS: Se tudo é possível, não é possível que algumas coisas sejam impossíveis?

By: Luca Lobo





Playstation 3 banhado a Ouro e Diamantes custa US$ 320 mil

28 12 2009

O Playstation 3 todo banhado a ouro e com 58 diamantes tem o seu valor em cerca de US$ 320 mil. O PS3 é vendido pela grife do artista Stuart Hughes, que é especialista em transformar objetos eletrônicos em artigos de luxo.

“É o modelo de console PS3 mais caro e personalizado em todo do mundo”, conforme o blog oficial do PlayStation, PS Blog.

PS3 customizado com ouro e diamantes é vendido por mais de 300 mil dólares.

Stuart ainda critica os aparelhos eletrônicos com os quais trabalha. “Se você está pagando US$ 300 mil por um console, o mínimo que ele pode fazer é tocar (um disco de) blu-ray”, disse, ao ser questionado se o aparelho Wii, da Nintendo, também possui uma versão equivalente. (Mas mesmo sem tocar blu-ray vende muito mais que o PS3…).

Para produção do aparelho, são necessárias 12 semanas de trabalho artesanal, que recebe 1,6 mil gramas de ouro com 22 quilates de pureza. Ambos os lados da entrada de disco blu-ray (para jogos, filmes etc.) recebe 58 diamantes.

A edição de aparelhos PS3 “by Stuart Hughes” é limitada e batizada de “Sony PS3 Supreme”. Há três exemplares e nada mais. E uma loja como a Stuart Hughes não oferece desconto.

by: Pedro A.





Review: Spectrobes

16 12 2009

Pegue um liquidificador, adicione um jogo do pokémon, depois, adicione uma colher de chá de animê, e mais uma de Disney e pronto, essa é a formula do jogo Spectrobes (pelo menos não termina com “mon”). Não muitas pessoas ouviram falar desse jogo, mas saibam que ele já está na sua terceira edição! A história é a seguinte, você é um policial interplanetário que descobre que seu sistema solar está ameaçado por criaturas chamadas “krawl” e o único jeito

Escavar é divertido!

de salvar o mundo é com a ajuda dos spectrobes, pequenas criaturinhas que depois viram grandes criaturinhas. A formula é batida, tão usada que perdeu a graça, mas Spectrobes conseguiu renova-la. Com a ajuda do stylus, você cava fósseis desses spectrobes, depois com o microfone, reviva-os, treine-os e entre em batalhas contra os krawls. Assim como pokémon, o fator replay aqui recebe nota alta, pois você não vai descansar até reviver todos os monstrinhos, achar todos os cubos (contém informações importantes), etc. A música é boa, empolgante, mas se torna repetitiva quando você passa muito tempo, por exemplo, explorando uma área. Outra coisa irritante sobre a música é que é realmente difícil enjoar dela já que tudo o que você fizer vai trocar a faixa musical. Exemplo, to na nave, musiquinha, saí da nave, outra musiquinha, abri o menu, mais uma musiquinha, cavei um fóssil, outra musiquinha, entrei numa batalha épica do bem contra o mal, e lá vem outra musiquinha. Entendeu o que eu quis dizer? Os gráficos poderiam ser melhores, mas não são tão ruins. Chato mesmo é controlar o personagem com os direcionais do DS (eu tenho problema com esses botões). Agora, o genial do jogo são os “Code Input Cards”, cards especiais que vem com o jogo para você destravar spectrobes, partes, mineras, e deuses. Funciona assim, cada card vem com buraquinhos e uma numeração, você coloca o card na tela touch screen do DS e usa o stylus para tocar a tela através dos buracos na ordem certa, e TCHAM TCHAM! Você ganhou um item novo! O jogo suporta modo on-line, mas está limitado apenas á baixar vídeos e um spectrobe exclusivo. O jogo tem um certo nível de costumização por parte dos spectrobes, já que você pode mudar a cor deles, e adicionar partes ao seu corpo. Partes são items especiais que mudam o status do seu spectrobe. Por exemplo, adicionar um escudo ou uma espada ao seu bichinho, sacou? O jogo é divertido? É, mas vai fazer mais fama ao público jovem (5-12 anos) mas vale a pena dar uma experimentada.

Gráficos: 7.0

Som: 8.0

Jogabilidade: 9.0

Diversão: 8.0

Replay: 10

Nota Final: 8.4

PS: Em rio que tem piranha, macaco não toma água….

By: Luca Lobo





Review: Lego Star Wars II (Nintendo DS)

17 11 2009

Uma fusão de Lego com a saga original de Star Wars só podia ser ótima né? Infelizmente não, o problema é que o resultado final é simplesmente…meh. O jogo tinha tudo pra ser bom, mas por alguma razão, não é.

Brincar com os bonequinhos é mais divertido.

Uma das coisas que salva é a música que é muito boa. Com efeitos de som “maneiros” e a trilha sonora original do filme (que é ótima). Os gráficos são bonitinhos, ao estilo Lego, o que, claro, deixa tudo mais light. O jogo contém vários destraváveis, o que vai prender sua atenção por um tempo, os mais divertidos sendo os extras, onde você pode deixar todo mundo com bigode, ou com chapéu, ou rosa, ou ao estilo anos 60. E a opção de criar e customizar seus próprios personagens foi uma grande jogada, mas infelizmente, foi a última, a partir daí o jogo fica péssimo (mesmo). A câmera falha (e como falha), você vai desejar poder muda-la de ângulo, mas não vai conseguir, o que torna muito difícil pular para plataformas, ou ver de onde está sendo atacado. Até existe um ícone com uma câmera no touch screen, mas não serve pra nada. O modo multiplayer é divertido no começo, mas depois começa a ficar extremamente maçante, o jogo mais legal para se fazer é competir com sua irmã pra ver quem SE mata mais em durante o round. Mas,o que realmente estraga o jogo, o maior dos problemas são os bugs, parece até que o jogo foi lançado sem ser terminado! Você vai se frustrar muito com seu personagem, metade do tempo ele vai sumir, ou a câmera vai travar, ou ele vai ficar parado no ar, etc. etc. e etc. Caramba! Como que o controle de qualidade da Nintendo deixou isso ser aprovado? Provavelmente, é um cego quem faz o controle (pffff).

O que faz me lembrar da fase dos Ewoks, @#$% fase chata do @5*&%^$! Nunca vi uma fase tão podre, sem brincadeira! Pular pelas plataformas (que se mechem) com aquela câmera é uma tortura! Mas, ei, no final das contas, quem não gosta de matar Troopers? E acredite, é a única coisa que vai te divertir durante uma fase. Colecionar aqueles minikits!? É horrível. Todos escondidinhos, com alguma pegadinha para você não poder alcança-lo, e pra quê? Abrir uma porta secreta. E se você acha que aquele minikit detector vai te ajudar em alguma coisa, está redondamente enganado meu amigo, aquilo é um inferno! Atrapalha mais do quê ajuda. Se você tem, entre 6-12 anos, vai se divertir, se não, não diga que eu não avisei.

Gráficos: 6

Som: 8.5

Jogabilidade: 4

Diversão: 4

Replay: 6

Nota final: 5,7

PS: Konbanwa Pedro-san, Do deçu ka. Oguenki deçu ka.

By: Luca Lobo





Review: Super Mario 64

11 11 2009

A partir de agora, começarei a fazer reviews de jogos, ou seja, avaliando eles, e como esse é o meu primeiro review, vou escrever sobre meu primeiro game: Super Mario 64.
Quem não conhece o Mario? Não, não é aquele que te comeu atrás do armário…
Super Mario 64, mesmo não sendo o primeiro jogo 3D do mundo, revolucionou essa técnica. Até hoje, games, copiam sua jogabilidade, mas nenhum com tanta perfeição, é considerado um dos melhores jogos existentes, se não o melhor. Seus gráficos (pra época) eram perfeitos, a música é fenomenal, tudo era do bom e do melhor, extremamente bem feito. MAS, todo game tem seus defeitos né? Os defeitos desse jogo são….são…..nenhum, ou quase nenhum, quer dizer, algumas besteirinhas que poderiam ter dado um upgrade na experiência, como, o Luigi pelo menos ter aparecido, ou ter o modo multiplayer,. A câmera também não ajuda, muitas vezes sendo extremamente SM64complicado e frustrante de tentar olhar ao seu redor, e te atrapalhando muito na hora de passar por áreas estreitas, mas nada que a prática não resolva. Os “mundos” são imensos, totalmente interativos, e divertidos de explorar, com várias temáticas como por exemplo: Castelo, água, gelo, fogo, deserto, etc. O jogo todo contem uma diversificação surpreendente de inimigos, fases, ataques… Brincando, são umas 60 horas para derrotar o chefão final (bowser), e o jogo não acaba aí, depois você tem pegar todas as estrelas e encontrar o yoshi. A história já é manjada, mas quem não gosta de salvar a princesa? E se a fórmula funciona….Esse jogo, com certeza garante horas e horas de diversão, e eu recomendo, se você já tem, vai jogar! Se não tem, compre pela internet, em lojas de usados, ou baixe pelo Virtual Console do Wii, não tem Wii nem Nintendo 64? Se ferrou.

Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9
Diversão: 10
Replay: 10
Nota final: 9.8

PS: L is real 2401





Back in the U.S.S.R.

17 09 2009

Todos nós sempre acreditamos no nosso grande amigo Super Mario, fiel guerreiro, que sempre salva a princesa Peach e derrota o malvado Bowser. Porém, existe também a Face Oculta do Mario, que ninguém conhecia ou sim:

É, parece que Mario sempre escondeu sua verdadeira personalidade, e o fato de não ser um italiano bigodudo, e sim um socialista soviético bigodudo.

E a Nintendo que vêm nos enganando todos esses anos…

Bom, só há uma coisa para ser dita nessa situação… HAIL STALIN! (brinks)





Jogar Tetris aumenta eficiência cerebral e massa cinzenta, diz estudo

3 09 2009

Cientistas americanos comprovaram que jogar Tetris faz as pessoas ficarem “mais inteligentes”. Um estudo da Rede de Pesquisas da Mente, no Novo México, que será publicado esta semana, indica que a prática do jogo aumenta tanto a massa cinzenta quanto a capacidade cerebral, embora em áreas diferentes do cérebro. ( Clique aqui para ler o estudo original, em pdf )

Segundo Sherif Karama, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, as conclusões demonstram que se dedicar a uma “tarefa visual e espacial complexa” pode alterar a estrutura do cérebro e não apenas aumentar a atividade cerebral, contrariando a ideia “ultrapassada de que a estrutura do cérebro é fixa”. (Leia também: Os 25 anos de história do Tetris )

O estudo foi feito com 26 adolescentes que tinham pouca experiência com videogames. A faixa de idade foi escolhida porque cérebros em desenvolvimento têm mais possibilidade de sofrer mudanças. As meninas fizeram ressonâncias magnéticas estruturais e funcionais antes e após o período de três meses de prática, como fizeram as meninas do grupo controle que não jogaram Tetris. A ressonância magnética estrutural foi utilizado para avaliar a espessura cortical e uma ressonância funcional avaliou a eficiência da atividade cerebral.

As áreas que sofreram aumento de massa cinzenta foram as responsáveis pelo planejamento de tarefas complexas e movimentos coordenados e pela coordenação multisensorial.

– Mais massa cinzenta numa área significa que ela não precisará trabalhar tanto na próxima vez que você jogar Tetris – disse o médico Rex Jung, outro responsável pela pesquisa.

As áreas que apresentaram maior eficiência foram as responsáveis pelo pensamento crítico, raciocínio e linguagem.

– Tetris requer muitos processos cognitivos como atenção, coordenação entre mão e olho, memória visual e espacial e resolução de problemas, tudo trabalhando ao mesmo tempo com muita rapidez – diz o médico Richard Haier.