A volta do peixe-remo

17 10 2013

Como muitos de você se lembram, a muito tempo atrás eu fiz um post sobre o peixe-remo e agora ele está de volta.. maior e mais bizarro que nunca!
Dessa vez, a carcaça de um peixe-remo foi descoberta na semana passada na costa da Califórnia. O animal tem 5,4 metros de comprimento, e é tão grande que cerca de  15 pessoas se reuniram para conseguir tirar uma simples foto carregando ele.

Pequeno como sempre

Pequeno como sempre

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Cientistas desvendam os misteriosos ‘peixes-macacos’

29 02 2012

No começo do século 20, cientistas acreditavam que a relíquia poderia ser uma sereia mumificada. Mais tarde, descobriu-se que se tratava de um rabo de peixe costurado à parte superior do corpo de um macaco.

Estes objetos estranhos teriam sido obra de artesãos da Ásia nos séculos anteriores. Eles eram vendidos a marinheiros, que os usavam como amuletos da sorte.

Os cientistas da Universidade de St. George e do Museu Horniman de Londres, que possui um desses peixes-macacos, estavam relutantes em dissecá-lo por se tratar de uma antiguidade.

Em 2011 foi feito um exame de raios X no objeto e agora, com uma tomografia computadorizada, os cientistas conseguiram ver o arame e pedaços de madeira, além das camadas de argila ou gesso, tecido e cola que foram usadas para montar o objeto. Clique para ver o video

"peixe macaco"

 

Raio X





Peixe-remo

3 06 2010

O Regalecus glesne, popularmente conhecido como peixe-remo ou regaleco, é um peixe da família Regalecidae, classe Actinopterygiim e habita as profundezas marinhas de 20 a 1.000 m de profundidade.

Mede aproximadamente 11m de comprimento e se alimenta de pequenos peixes. Seu principal predador é o tubarão, já os golfinhos não o machucam.

O sonho de todo pescador.. rsrs

O peixe-remo sempre foi um mistério para a ciência, por ser uma criatura tão estranha. Acreditava-se de que ele era uma espécie de monstro-marinho. Ele possui um tipo de “topete”vermelho em cima da cabeça.

Não se sabe ao certo quantos exemplares ainda existem. Apenas em 2001 foi filmado um espécime vivo dentro de água. Em fevereiro de 2010 pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, conseguiam uma imagem inédita do intrigante peixe-remo navegando no fundo do oceano.

O filme foi feito no Golfo do México  por meio de uma máquina não tripulada, e os cientistas acreditam que essa é a primeira vez que se filma o animal em seu habitat natural. Em maio de 2010, foi encontrado na Suécia um peixe-remo de 3,65 metros. Foi a primeira vez que se encontrou um peixe-remo no país em 130 anos.

By:Otávio~





O Animal mais feio do Mundo está em Risco de Extinção

24 04 2010

O Blobfish (apelidado por mim como peixe-bosta), conhecido por ser o peixe mais feio do mundo, está em risco de extinção. Esses horríveis peixes vivem numa profundidade de 900 metros, e crescem até 30 cm de comprimento.  Eles passam a maior parte do seu tempo flutuando suavemente à espera de alimentos para passar na frente deles (o que parece bastante similar à vida de muitos humanos…).

Parece um Ditto, só que mais feio...

São pouco vistos por humanos por viverem em regiões muito profundas. No entanto, os crescentes níveis de pesca de alto mar na Austrália e Tasmânia por caranguejo e lagosta significa que os moradores mal-humorado do mar  estão sendo capturados juntamente à outras criaturas marinhas, e isso vem ocorrendo em número crescente.

Essas massas gelatinosas podem não ser muito bonitas de se olhar, mas o mundo seria um lugar bem menos interessante sem eles. Por isso vamos esperar que o australiano não matá-los!

by: Pedro A.





Os 10 Animais mais venenosos do Mundo

29 03 2010

10. Peixe Puff

Tetraodontidae é uma família de peixes basicamente marinhos e estuarinos. A família inclui muitas espécies de peixes conhecidas que são chamadas de Balloonfish, blowfish, Bubblefish, Baiacu, Swellfish, peixe-sapo, e bajuladores. Eles são morfologicamente semelhantes ao Peixe Porco-Espinho que possuem grandes espinhos conspícuos (ao contrário das pequenas, quase como uma lixa-espinhos de Tetraodontidae). O nome científico, Tetraodontidae, refere-se aos quatro dentes grandes, fundidas em uma parte superior e inferior da placa, que são utilizadas para esmagar as cascas de crustáceos e moluscos, vermes e vermelhos, suas presas naturais.

Peixes Puff são os segundos vertebrados mais venenosos do mundo, sendo o primeiro um Sapo Dourado Venenoso. Certos A pele e órgãos internos do Tetraodontidae são altamente tóxicos para os seres humanos, mas, no entanto, a carne de algumas espécies é considerado uma iguaria no Japão (como fugu) e Coréia (como bok-uh). Se alguém é pego durante a pesca, é recomendado o uso de luvas grossas para evitar intoxicação ou ser mordido quando remover o gancho.

O Tetraodontidae contém pelo menos 121 espécies de Peixes em 19 gêneros. Eles são mais diversificadas nos trópicos e relativamente rara na zona temperada e completamente ausente das águas frias. Eles são tipicamente pequenos a médios, embora algumas espécies podem atingir comprimentos de 100 centímetros (39 pol).

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Como é feito o caviar.

21 02 2010

O caviar é feito de ovas salgadas não-fertilizados de esturjão, o maior peixe de água doce do mundo. Elas precisam ser retiradas do peixe ainda vivo num prazo máximo de 15 minutos para depois serem peneiradas, lavadas e secas.

Pra você que nunca viu, nem comeu e só ouve falar veja abaixo como é feito todo o processo de fabricação do caviar iraniano, considerado o melhor caviar do mundo.



Eu prefiro comer o peixe e não os ovos dele.

By:Otávio~





Descoberto peixes gigantes de 66 mil anos

19 02 2010

Os mares pré-históricos estavam cheios de peixes gigantescos que se alimentavam de plânctons e que desapareceram na mesma época em que os dinossauros, sugere uma pesquisa recém-publicada. Cientistas no Reino Unido e nos

Maneiro

Estados Unidos estudaram fósseis que mostram que o peixe existiu entre 66 milhões e 172 milhões de anos atrás. Eles acreditam que pode se tratar de “uma parte que faltava na história evolucionária de peixes, mamíferos e ecossistemas do oceano”. A descoberta foi divulgada na última edição da revista “Science”. A equipe internacional que realizou o estudo incluiu acadêmicos das universidades de Glasgow e Oxford, Universidade DePaul, em Chicago, Universidade Fort Hays, no Kansas, e Universidade do Kansas.

Nova espécie

O projeto começou em Glasgow, com uma análise dos despojos de um peixe gigantesco do período Jurássico, Leedsichthys, em conjunto com a escavação de uma nova espécie da mesma criatura em Peterborough. Jeff Liston, da Universidade de Glasgow, chefiou a escavação em Peterborough e achou que esta nova espécie era uma anomalia. “O avanço veio quando descobrimos outros fósseis, semelhantes aos Leedsichthys, mas em rochas muito mais recentes”, disse. “Estas amostras indicaram que havia peixes que se alimentavam por filtragem há muito mais tempo do que pensávamos.” Liston disse que a partir daí os pesquisadores começaram a reavaliar coleções de museus e a descobrir essa característica em fósseis no mundo inteiro, que não tinham sido muito estudados ou que haviam sido identificados de maneira errada. Vários dos novos fósseis mais importantes –todos da mesma família de peixes dos Leedsichthys– vieram de locais no Kansas. Outros fósseis foram encontrados em áreas em Dorset e Kent, no Reino Unido, e no Japão.

Mamíferos

“Foi só depois que estes peixes desapareceram do ecossistema é que mamíferos e peixes cartilaginosos como a arraia manta, tubarão-peregrino e tubarão-baleia começaram a se adaptar àquele papel ecológico”, disse Liston. O cientista disse que a descoberta tem “implicações para o nosso entendimento da produtividade biológica em oceanos modernos e como a produtividade mudou ao longo do tempo”. Uma das amostras mais bem preservadas do Kansas tinha sido considerada previamente semelhante a um tipo de peixe-espada. Quando membros da equipe começaram a limpar a amostra, descobriram um vão sem dentes na boca, com uma ampla rede de placas ossudas alongadas para extrair grandes quantidades de plâncton microscópico. A equipe deu o nome de Bonnerichthys a este peixe, que tem comprimento entre quatro e cinco metros, em uma homenagem à família do Kansas que descobriu o fóssil.

By: Luca Lobo





Salamandra Gigante é estudada por cientistas

4 02 2010

Andrias japonicus‘, uma espécie de salamandra enorme, que varia de 1,4m a 1,7m de comprimento , também conhecida por hanzaki ou salamandra-gigante-do-japão é considerada um ‘fóssil vivo’, pelo fato de seu esqueleto ser quase idêntico ao dos fósseis de 30 milhões de anos atrás.

Salamandra gigante possui esqueleto "preservado"

Ciclo da doença causada pelo fungo. Clique para ampliar.

Como se não bastasse ser uma salamandra quase com comprimento quase igual à minha altura, não ter tido praticamente nenhuma mudança em seu esqueleto durante um tempo de evolução de 30 milhões de anos, ela também apresenta resistência suprema à um fungo, o qual vem devastando outras espécies de anfíbios ao redor do mundo (Malditos! Anfíbios são tão legais…),

O fungo Batrachochytrium dendrobatidis é uma ameaça aos anfíbios pois causa desequilíbrio orgânico, que leva à falência cardíaca (e mais que obviamente, à morte, também…)

“É um ‘dinossauro’, isso é espantoso”, afirmou Claude Gascon, chefe dos programas científicos da entidade ambientalista Conservation International e também um dos líderes do grupo especialista em anfíbios da União Internacional para a Conservação da Natureza.

“Nós falamos de salamandras que geralmente cabem na palma da sua mão. Essa pode arrancar sua mão.”

A salamandra examinada por Gascon está segura, presa em um tanque no centro de visitação da cidade de Maniwa, a 800 km de Tóquio.

Além de ter 1,7 metro de comprimento, a salamandra gigante tem uma pele semelhante ao couro, uma cabeça grande e coberta de estruturas que provavelmente são sensíveis ao movimento e ajudariam a salamandra a capturar peixes. Essa semelhança com peixes e sua pele grossa pode deduzir que esta salamandra seja o parente mais próximo (ou ao menos mais semelhante) dos extintos peixes de escamas grossas.

by: Pedro A.





Peixe encontrado à 7,6 mil metros de profundidade

13 11 2009

As criaturas, de aparência estranha e coloração rosada, foram fotografadas quando nadavam na Fossa de Kermadec, uma vala situada no fundo do mar perto da costa neo-zelandesa.

A equipe de pesquisadores vinha estudando a área com uma sonda submarina construída para suportar grande pressão.
No ano passado, a mesma equipe registrou a presença de peixes a 7.700 metros – a maior profundidade em que peixes foram filmados até hoje, segundo a equipe.

As duas expedições integram o projeto Hadeep, que tenta expandir o conhecimento sobre a vida nas fossas oceânicas, as regiões mais profundas do mar.

fish2

Imagina um sushi desse bicho...

 

 

Os peixes encontrados no mar profundo perto da Nova Zelândia têm a seguinte aparência: cor de rosa pálida, com corpos arredondados e caudas longas.
Os habitantes da Fossa Kermadec são de uma espécie conhecida como Notoliparis kermadecensis,

“Essas espécies nunca são encontradas fora das fossas – são regiões muito isoladas. Você pode imaginar as fossas como se fossem ilhas.” Diz Monty Priede, diretor da Oceanlab.

Os peixes foram fotografados com o uso de um minissubmarino acoplado com uma câmera, conectado a um barco e controlado a partir da superfície.

O submarino foi carregado com peixes podres, para atrair os animais do fundo do mar e permitir que eles fossem fotografados e estudados.
O recorde oficial do peixe encontrado à maior profundidade é do Abyssobrotula galatheae, localizado no fundo da Fossa de Porto Rico, em 1970, a uma profundidade de mais de 8.370 metros, (os pesquisadores tentaram retirar o peixe para estudá-lo, mas ele morreu antes de chegar à superfície).

 





Pescadores encontram peixe de duas cabeças

26 09 2009

Filhote de Cação estava na barriga da mãe de 80 quilos. Peixe vira atração regional.

O pescador Manoel de Jesus Santos fisgou uma fêmea de cação no litoral do Rio de Janeiro, no domingo (13). Acontece que ela estava prenha de nove filhotes e um deles tinha duas cabeças.
“Eu fiquei admirado. Nunca tinha visto nada daquele jeito. Ficou todo mundo espantado com o peixe de duas cabeças. Trouxe para a colônia para mostrar que não é história de pescador.” – Disse o pescador.

O pescador Manoel de Jesus Santos fisgou uma fêmea de cação no litoral do Rio de Janeiro, no domingo (13). Acontece que ela estava prenha de nove filhotes e um deles tinha duas cabeças. “Eu fiquei admirado. Nunca tinha visto nada daquele jeito. Ficou todo mundo espantado com o peixe de duas cabeças. Trouxe para a colônia para mostrar que não é história de pescador.” – Disse o pescador.

Peixe de duas cabeças encontrado em Vitória - ES

Peixe de duas cabeças encontrado no litoral do Rio de Janeiro

O peixe fez sucesso na Colônia de Pescadores, na Praia do Suá, em Vitória, nesta sexta-feira (25), com o retorno de Santos.

O filhote de cação de duas cabeças foi descoberto durante a limpeza dos peixes. A pescaria rendeu, ao todo, 50 cações. Dos nove filhotes, oito deles estavam vivos e já prontos para nascer. Apenas o de duas cabeças estava morto.