Marcos Pontes quer treinar o segundo astronauta brasileiro

10 02 2012

astronauta brasileiro Marcos Pontes, que voo para o espaço sideral a bordo da nave Soyuz em março de 2006, espera que a próxima pessoa com cidadania brasileira a viajar para o espaço seja um de seus alunos.

A afirmação foi feita durante palestra realizada nesta terça-feira (7), no palco de Astronomia e Espaço da Campus Party 2012. Na ocasião, Pontes revelou que entre seus principais objetivos está a criação de cursos de engenharia aeroespacial para preparar futuros astronautas profissionais brasileiros.

“Nos próximos cinco anos, teremos pelo menos quatro cursos públicos de engenharia aeroespacial operando no País. A formação do segundo brasileiro com experiência de voo orbital vira desses cursos e espero que essa pessoa seja um de meus alunos”, disse o primeiro e único astronauta brasileiro.

Pontes, no entanto, não descarta a possibilidade dele mesmo voltar a ser escalado para ir ao espaço. “Quem sabe, a possibilidade não é nula. Mas devido às prioridades atuais do nosso programa espacial, é improvável que eu seja chamado para um segundo voo nos próximos cinco anos”, disse.

Alem disso, durante seu discurso, Pontes explicou as causas que levaram a Nasa a suspender o programa do ônibus espacial e porquê esse novo direcionamento pode trazer novas oportunidades para os profissionais da área.

Segundo ele, o principal motivo para o cancelamento foi o acidente da Columbia, em 2003, que se desintegrou quando retornava à Terra, matando seus sete tripulantes.

A Nasa concluiu que o projeto era caro demais para não conseguir manter os riscos sob controle e decidiu que finalizaria o programa após a conclusão da Estação Espacial Internacional em 2011.

Dentro da nova diretriz da NASA, há sinais de que parte do orçamento que seria destinado ao programa espacial está sendo usado para incentivar o desenvolvimento de espaçonaves privadas construídas por empresas americanas.

Segundo Pontes, um bom efeito dos voos privados é que, assim como ocorreu na aviação comercial, em que é necessário ter profissionais como pilotos e comissários para levar passageiros, também será preciso criar posições de trabalho para engenheiros, mecânicos, técnicos e astronautas profissionais.





Escola troca gente velha por professoras peitudas

27 09 2009

Uma escola privada em Fort Lauderdale, no estado da Flórida (EUA), está sendo acusada de demitir as

Essa é a professora que eu quero pra mim!

Essa é a professora que eu quero pra mim!

professoras mais velhas e substituí-las por mulheres jovens e peitudas, segundo o jornal americano “Sun-Sentinel”. O reverendissimo diretor da escola, William Brooks, de 58 anos, diretor da escola “St. Mark’s”, foi acusado pelas professoras demitidas Julie Calzone, de 58 anos, Cathleen Fischer, de 59, Carol A. McMahon, de 63, e Susan Woods, de 59, de discriminação etária. A Comissão para a Igualdade de Oportunidades de Emprego Norte-Americana (EEOC) destacou que as decisões do diretor mostram uma discriminação contra os indivíduos mais velhos. Mas a escola argumentou que as demissões foram feitas com base no desempenho. Além das quatro professoras que denunciaram o tratamento discriminatório, a EEOC está analisando os casos de outras 12 professoras que foram demitidas pela escola, mas que não apresentaram queixas, para ver se a idade pode ter sido um fator para as demissões.